Bruno Baptista defende gestão de continuidade na OAB-PE

Bruno Batista é único candidato para eleição da OAB

Bruno Baptista é único candidato para eleição da OABFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Encabeçando a chapa “Advocacia Unida. OAB mais forte”, única na eleição para a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), no triênio 2019-2021, o advogado Bruno Baptista, em entrevista à Folha de Pernambuco, defendeu uma gestão de continuidade, com manutenção e aperfeiçoamento das políticas que “estão dando certo” e uma maior aproximação entre a OAB-PE e os advogados, sobretudo, do interior. A eleição ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 19.

Com 10 anos de atuação na OAB, Bruno já ocupou os cargos de conselheiro seccional, secretário-geral adjunto, diretor-tesoureiro e atualmente preside a Caixa de Assistência aos Advogados de Pernambuco (CAAPE). Apesar de ser o único candidato na disputa, ele pondera que não ter concorrentes aumenta a responsabilidade. “A gente tem o dever de se esforçar ainda mais para corresponder ao que a advocacia está concedendo a gente. A responsabilidade é redobrada”, comenta Baptista, que tem como vice-presidente da chapa, a advogada e professora Ingrid Zanella.

Durante a campanha, Bruno Baptista percorreu vários municípios do Estado, especialmente os do interior. As propostas para a próxima gestão foram desenvolvidas de maneira colaborativa e divididas em cinco eixos: jovem advocacia, advocacia do interior, mulher advogada, prerrogativas da advocacia e gestão, assistência e aperfeiçoamento profissional.

“São as cinco grandes atenções que nós teremos durante a gestão. É importante a advocacia conhecer as nossas propostas. A gestão atual é muito bem avaliada, altamente reconhecida. O nosso desafio é dar continuidade às políticas que estiverem dando certo, ampliar essa interiorização e dar a nossa cara – a cara do diálogo, de chegar junto do advogado no olho no olho, na conversa”, complementa.

Bruno Baptista enfatiza, ainda, que a OAB tem papel fundamental porque representa a advocacia e funciona “como uma caixa de ressonância na sociedade civil”. Para ele, a OAB tem que estar vigilante para qualquer tipo de ataque aos direitos fundamentais, tanto no cenário estadual como nacional, “independentemente do governo (em exercício).

Ese é o nosso papel, independentemente do governo que esteja. A OAB não pode ter ideologia, não pode ter partido político. O partido político é a Constituição Federal e a ideologia é o país”, disse. “A gestão vai ser, como deve ser a OAB, apartidária. Nós não temos nenhuma ligação com o governo ou a oposição, e seremos também vigilantes, sempre, com relação aos direitos fundamentais, direitos humanos, combate à violência”, diz.

Folhape

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