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Petrobras e o efeito colateral da gestão PT

Tucanos ironizam calote de Hugo Chávez em Lula, na Refinaria Abreu e Lima, em Suape

Por Nilson Leitão

Depois de dez anos sendo usada politicamente pelo PT, a Petrobras sofre os efeitos da falta de uma cobrança sobre seus administradores

Quando do processo de privatização de diversas empresas públicas, em meados dos anos de 1990, houve uma forte corrente para que a Petrobras fosse tratada de uma forma diferenciada naquele escopo. A decisão foi pela manutenção da empresa sob o guarda chuva da administração indireta do governo federal. E assim foi feito, mas sem que houvesse um adendo importante naquele momento: se a decisão era por não profissionalizar a gestão da empresa que, ao menos, os próximos presidentes da República – teoricamente, os CEOs da Petrobras – fossem responsabilizados diretamente por irregularidades e perdas de patrimônio.

O que se vê depois de 10 anos do PT à frente do governo federal e consequentemente no comando da Petrobras é o efeito colateral de uma decisão capenga.

É certo que, durante determinado período, muito em função da alta demanda internacional pela commodities, a Petrobras conseguiu apresentar resultados financeiros nos mesmos patamares das empresas públicas privatizadas, como a Vale e as telefônicas.

Por outro lado, na sombra da euforia e das descobertas do pré-sal, a Petrobras passou a ser dilapidada. E por uma praga muito conhecida na lavoura das empresas estatais: o uso político e eleitoreiro de suas divisas e principalmente de suas decisões estratégicas.

O PT e o ex-presidente Lula usaram e abusaram do marketing do pré-sal para capitalizar votos e realizar barganhas políticas entre os estados brasileiros e até mesmo em troca de apoio internacional. O caso da parceria com a Venezuela para a construção de uma refinaria em Pernambuco é o mais emblemático deles. Ali, Lula usou a Petrobras como um soldadinho de chumbo para brincar de política internacional. Até hoje, o povo pernambucano e brasileiro paga a contra do calote dado por Hugo Chávez no “amiguinho” Lula.

A situação é drástica e já denunciada pelo líder da oposição, Aécio Neves (PSDB). O governo do PT está asfixiando e destruindo uma das maiores empresas do Brasil.

Deputado federal (PSDB-MT) e Líder da Minoria na Câmara.

fonte:blogjamildo

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