MÚSICA – Rem – Everybody hurts

MÚSICA – Rem – Everybody hurts

Antônio Campos se reúne com André Avelar em Olinda para discutir alianças políticas

Na manhã de hoje, o pré-candidato a prefeito de Olinda pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), o advogado Antônio Campos, teve uma conversa estratégica com o ex-presidente da Câmara de Olinda, André Avelar, filiado ao Partido da Mobilização Nacional (PMN). O encontro, que ocorreu em um café tradicional da cidade, faz parte das articulações políticas de Campos em sua campanha rumo à prefeitura.

Durante a reunião, os dois políticos discutiram possíveis alianças e colaborações para fortalecer suas posições nas eleições municipais que se aproximam. Campos, conhecido por sua atuação na defesa dos interesses culturais e sociais de Olinda, busca consolidar um apoio amplo e diversificado, incluindo lideranças de diferentes partidos e segmentos da sociedade.

André Avelar, que possui uma trajetória marcada pelo trabalho legislativo em prol da comunidade olindense, mostrou-se receptivo às propostas de Campos e destacou a importância de um projeto unificado para o desenvolvimento da cidade. “Precisamos de uma Olinda mais justa e com oportunidades para todos. Acreditamos que, juntos, podemos construir uma gestão que responda aos anseios da população,” afirmou Avelar.

A possível aliança entre Campos e Avelar pode representar um reforço importante na corrida eleitoral, unindo forças e ideias em prol de um futuro melhor para a cidade. “Estamos comprometidos com uma gestão transparente, eficiente e inclusiva. Nosso objetivo é transformar Olinda em um exemplo de desenvolvimento e qualidade de vida,” declarou Campos.

O pré-candidato ainda ressaltou que novas conversas e articulações estão previstas para os próximos dias, com o intuito de formar uma coligação robusta e representativa. “Estamos abertos ao diálogo com todos aqueles que desejam trabalhar pelo bem de Olinda,” concluiu.

MÚSICA – You’re My Everything – Santa Esmeralda

MÚSICA – You’re My Everything – Santa Esmeralda

Por que foto de Trump ensanguentado e com bandeira dos EUA é tão poderosa

A imagem de Evan Vucci já pode ser considerada simbólica – e demonstra como as formas fotográficas de observação se estendem para além da composição.

Os momentos posteriores à tentativa de assassinato de Donald Trump foram extensamente documentados pelos fotojornalistas

Os momentos posteriores à tentativa de assassinato de Donald Trump foram extensamente documentados pelos fotojornalistas
Foto: AP Photo/Evan Vucci / BBC News Brasil

Sara Oscar – The Conversation*

A tentativa de assassinato de Donald Trump em um comício na Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi registrada por diversos fotógrafos que estavam no palco antes do início dos disparos.

A fotografia mais divulgada do evento foi tirada pelo fotógrafo de guerra Evan Vucci, vencedor do Prêmio Pulitzer. Ele é conhecido pela sua cobertura dos protestos que se seguiram ao assassinato de George Floyd, em 2020.

Diversos prêmios World Press Photograph já foram concedidos a fotógrafos que cobriram assassinatos.

Nesta linha, a imagem de Vucci também já pode ser considerada simbólica. É uma foto que talvez ganhe prêmios pelo seu conteúdo, uso de cores e enquadramento – e irá se tornar uma parte importante dos registros deste momento histórico na nossa memória.

Análise da imagem nas redes sociais
As pessoas que observaram a fotografia de Vucci foram às redes sociais para analisar a composição da imagem, incluindo como motivos icônicos como a bandeira americana e o punho erguido de Trump são reunidos no enquadramento, segundo as normas da composição fotográfica, como a regra dos terços.

Acredita-se que estes elementos contribuam para o poder daquela imagem. E, para entender exatamente o que torna essa foto tão poderosa, existem diversos elementos que precisam ser analisados.

Acuidade da composição
Nesta fotografia, Vucci está olhando para cima com sua câmera.

Ele faz Trump aparecer em posição elevada, como a figura central rodeada por agentes do Serviço Secreto, que protegem seu corpo. Os agentes formam uma composição triangular que coloca Trump como vértice, levemente à esquerda de uma bandeira americana elevada no céu.

Imediatamente à direita de Trump, um agente olha diretamente para a lente de Vucci, com os olhos ocultos pelos óculos escuros.

O agente nos chama para dentro da imagem. Ele olha na nossa direção e observa o fotógrafo. Por isso, ele parece olhar para nós – ele espelha a nossa visão da fotografia.

Esta figura é central e leva o nosso olhar para o punho erguido de Trump.

Sua longa carreira como fotojornalista levou Evan Vucci a entender a importância de conseguir o disparo no momento certo

Sua longa carreira como fotojornalista levou Evan Vucci a entender a importância de conseguir o disparo no momento certo
Foto: AP Photo/Evan Vucci / BBC News Brasil

Outro ponto interessante é que existem fortes elementos coloridos nesta imagem, que criam a ilusão de se reunirem para formar a fotografia.

Contra o fundo do céu azul claro, tudo o mais na imagem é vermelho, branco e azul-marinho. As gotas de sangue que caem pelo rosto de Trump combinam com as listras vermelhas da bandeira americana, alinhadas com o vermelho republicano do pódio, no quadrante inferior esquerdo da imagem.

Podemos não observar estes elementos inicialmente, mas eles demonstram como certas convenções fotográficas colaboram com a própria forma de observação e composição de Vucci, alinhadas às normas do fotojornalismo.

Forma fotográfica de observação
Em suas entrevistas, Vucci faz referência à importância de sempre manter o senso de composição fotográfica para poder “capturar” a imagem, para ter certeza de cobrir a situação de diversos ângulos, incluindo a captura da cena com a luz e a composição correta.

Para Vucci, tudo isso faz parte do trabalho do fotógrafo.

As declarações de Vucci são consistentes com o que a maioria dos fotógrafos consideraria uma forma fotográfica de observação. Isso significa estar sintonizado com a forma em que a composição, a luz, o momento e o assunto se combinam no quadro em perfeita união durante a fotografia: significa conseguir o disparo “correto”.

Para a escritora americana Susan Sontag, esta forma fotográfica de observação também corresponde ao relacionamento entre o tiro e a fotografia, que ela considerava atividades análogas.

A fotografia e os revólveres, sem dúvida, são armas. A fotografia e as formas fotográficas de ver e representar o mundo são armas capazes de alterar a percepção do público.

Fazer história com fotografias
Como forma fotográfica de observação, existem ressonâncias familiares entre a fotografia de Vucci e outras imagens simbólicas da história americana.

Um exemplo é a fotografia de Joe Rosenthal, Raising of the Flag on Iwo Jima (“Hasteando a bandeira em Iwo Jima”, 1945), durante a Guerra no Pacífico.

Quatro fuzileiros navais se reúnem na imagem para erguer e fixar a bandeira americana. Seus corpos formam uma estrutura de pirâmide na parte inferior central do quadro.

Esta fotografia também é representada como monumento de guerra no Estado americano da Virgínia, em homenagem aos fuzileiros navais que serviram aos Estados Unidos.

Existem fortes coincidências visuais entre as imagens de Rosenthal e de Vucci. Elas também demonstram como as formas fotográficas de observação se estendem para além da composição.

As imagens conduzem para outra forma fotográfica de observação, que significa observar o mundo e os eventos que nele ocorrem como fotografias, ou construir a história como se ela própria fosse uma fotografia.

Ficções e pós-verdade
O inerente paradoxo da “observação fotográfica” é que nenhuma pessoa pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, nem prever o que irá acontecer, até que a realidade possa ser transcrita em uma fotografia.

Na imagem de Vucci, temos a ilusão de que aquela fotografia captura “o momento” ou “um disparo”. Ocorre que ela não captura o momento do tiro, mas seu desdobramento imediato.

O fotógrafo mostra a acuidade midiática de Trump e sua rápida reação à tentativa de assassinato, quando ele se levanta e ergue seu pulso no ar.

Na pós-verdade do mundo atual, existe uma preocupação permanente de conhecer a verdade. E, embora isso se estenda além da representação fotográfica, a fotografia e a representação visual desempenham papel importante.

Precisaremos aguardar para saber se esta imagem irá contribuir para o mito em torno de Donald Trump e sua possível reeleição.

*Sara Oscar é professora de comunicação visual da Faculdade de Design da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.

MÚSICA – Phil Collins – Do you Remember?

MÚSICA – Phil Collins – Do you Remember?

Psicologia – O nosso valor

o-nosso-valor
     Quanto valemos? Quanto valem nossos comportamentos?
“Um dia um jovem rapaz desanimado com a vida e com as pessoas, procurou um filósofo para ajudá-lo e disse:
– Venho aqui professor porque me sinto inútil, não tenho ânimo. Dizem que não sirvo para nada, que não faço tarefas bem feitas, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar?
O professor, sem olhá-lo, disse:
– Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa falou:
– Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e, depois, talvez possa ajudá-lo.
– Claro professor, – gaguejou o jovem – que se sentiu mais uma vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.
O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao jovem e disse:
– Monte meu cavalo e vá até o mercado. Devo vender este anel porque tenho que pagar uma divida. É preciso que obtenhas no anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a vender o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até o momento em que o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar aquele anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava os ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou.
Entrou na casa e disse:
– Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas acho que não se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
– Importante o que você disse, meu jovem, – contestou sorridente o mestre. – Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá ao joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto le lhe dá. Mas não importa o quanto lhe ofereça, não o venda. Volte aqui com o meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu a anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
– Diga ao seu professor que, se le quiser vender agora, não posso oferecer mais do que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem surpreso exclamou:
– 58 MOEDAS DE OURO!
– Sim, replicou o joalheiro, – eu sei que, com tempo, poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas… se a venda é urgente…
O jovem correu emocionado de volta para contar o ocorrido.
O professor, depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, disse:
– Você é como esse anel, meu rapaz, uma jóia valiosa e única e que só pode ser avaliada por pessoas que saibam reconhecer o valor de outras pessoas.
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
– Todos somos como esta jóia, valiosos e especiais e andamos pelo mercado da vida sendo avaliados por pessoas erradas que nos fazem perder a confiança e a crença em nossos próprios talentos.”

Autor desconhecido

Um poema em reação ao sofrimento das crianças martirizadas pela guerras

Por falta de anestésicos, crianças são operadas sem anestesia em Gaza

Milhões de crianças sem diireito à infância

O jornalista e poeta amazonense Vicente Limongi Netto, radicado há anos em Brasília, no poema “Feridas da Alma”, reage contra as tragédias da humanidade que envolvem, ferem, martirizam e matam crianças pelo mundo, como as guerras da Croácia, da Síria e da Palestina.

FERIDAS DA ALMA
Vicente Limongi Netto

Sou giz usado
alma de gesso
dor tropeçando
lápis vesgo
apagador borrado
poeira ensanguentada
sou lama e barro tristes
sou rabisco do sol
morando em você.

Maníacos das guerras,
deixem as crianças em paz!

Atirador era um jovem branco de 20 anos, e a segurança cometeu um grave erro

Trump está eleito, dizem presidente do Novo e deputados do PL - Diário do Poder

Esse atentado pode ajudar muito a eleger Donald Trump

Fernanda Perrin
Folha

O esquema de segurança em torno de Donald Trump tornou-se alvo de questionamentos após o ex-presidente ser ferido por um atirador localizado nas proximidades de um comício em Butler, na Pensilvânia, no sábado (13).

O principal alvo é o Serviço Secreto, responsável pela avaliação prévia de segurança, organização do esquema e supervisão da área, coordenando outras agências, como a polícia estadual e local.

FORA DA COLETIVA – Nenhum porta-voz do órgão participou da coletiva de imprensa realizada em Butler no início da madrugada de domingo. Coube ao FBI e à polícia estadual responder as perguntas dos jornalistas.

“Não vamos fazer essa avaliação nesse momento”, respondeu Kevin Rojek, agente do FBI responsável pelo escritório de Pittsburgh, ao ser questionado se houve uma falha do sistema de segurança. “Há uma investigação em curso”, completou.

“Estamos trabalhando na avaliação do aparato montado. Vai ser uma longa investigação sobre o indivíduo, como ele teve acesso ao local, o armamento usado”, seguiu Rojek. Questionado se é surpreendente o atirador ter conseguido disparar contra o ex-presidente, o agente respondeu que sim.

30 A 40 POLICIAIS – O tenente-coronel George Bivens, da Polícia Estadual da Pensilvânia, disse que havia cerca de 30 a 40 policiais no local antes dos disparos. Não se sabe quantos agentes do Serviço Secreto estavam lá.

“Em defesa deles [o Serviço Secreto] é incrivelmente difícil ter um lugar aberto ao público e garantir a segurança contra um atirador determinado. A investigação vai nos dar a oportunidade para ver se houve falhas e como fazer melhor no futuro”, disse Bivens.

O tenente-coronel confirmou que a polícia recebeu denúncias de atividades suspeitas antes dos tiros serem disparados. Circulam nas redes sociais relatos de pessoas que afirmam que alertaram autoridades terem visto uma pessoa escalando um edifício com um fuzil.

HÁ TESTEMUNHAS – Um entrevistado pela BBC afirmou que procurou a polícia para avisar ter visto a cena, mas que nada foi feito. Há ainda um vídeo de uma pessoa correndo em direção ao prédio onde o atirador estava posicionado tentando chamar a atenção da polícia de que havia alguém no telhado. É possível ver outras pessoas próximas do local.

O atirador foi morto por um sniper do Serviço Secreto poucos segundos após atirar. Segundo Trump, a bala perfurou a parte superior de sua orelha direita. Ele passa bem.

Uma pessoa foi morta pelo atirador, segundo Rojek, e outras duas estão gravemente feridas. As três vítimas são homens.

FALTA IDENTIFICAR – As autoridades afirmam que ainda não podem divulgar a identidade do atirador, que não portava nenhum documento. Exames de biometria e DNA estão sendo feitos. Segundo a Associated Press, se trata de um homem branco de 20 anos morador da Pensilvânia. Ainda não se sabe a motivação para o crime.

A investigação está sendo liderada pelo FBI em parceria com as polícias estadual e local. A tentativa de assassinato de Trump, um ex-presidente, é um crime federal e está sob jurisdição da polícia federal americana; as outras três vítimas estão sob jurisdição estadual.

Na coletiva, as autoridades divulgaram canais para envio de informações e pistas por canais virtuais e por telefone. Como havia um grande número de pessoas gravando o evento com o celular, esse material é visto como essencial para a investigação.

Será mantido o acordo lesivo ao interesse público, que beneficia os irmãos Batista?

Governo Lula planeja isentar irmãos Batista de multa bilionária

Com ajuda entusiástica de Lula, os irmãos irão longe

Carlos Andreazza
Estadão

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pediu a suspensão cautelar do acordo entre governo Lula, Aneel (outrora agência reguladora) e Âmbar Energia. Suspender para avaliar o troço. O mínimo, se preocupação houver com o interesse público. O arranjo a ter eficácia a partir de 22 de julho. Concerto pelo qual o TCU, órgão fiscalizador que se atribuiu a conflitante função conciliadora, demonstra simpatia.

Por eficácia, compreenda-se: pagamentos de dinheiros públicos à empresa. Por simpatia: desqualificadas as recomendações contrárias da unidade especializada da corte, abençoar o bicho tirando o corpo fora e deixar consagrar. Bastaria – bastará – um senão do TCU para brecá-lo. O silêncio a dez dias de fazer a simpatia se materializar em eficácia.

PRÊMIO INDEVIDO – O acordo – obra de arte do consenso sem concordância – é produto de contrato descumprido pela Âmbar. Um prêmio. Outras companhias, sob infrações similares, não tiveram a mesma fortuna.

Singular, pois, o cuidado para com a empresa dos irmãos Batista. Que, conforme revelou reportagem da revista Piauí, deveria construir quatro termelétricas e garantir energia reserva ao sistema, demanda emergencial decorrente da crise hídrica de 2021. O limite curto (dez meses) pactuado para a entrega embutindo muitos bilhões aos vencedores do leilão. Ninguém foi obrigado a aderir.

A Âmbar nunca entregou, vencidos os prazos e para muito além. Nunca ergueu – deveria construí-las – as plantas. Numa solução puxadinho, lançou-se a arrendamentos. Hoje, recorre a uma usina antiga. Jamais entregou. Testes evidenciariam a incapacidade técnica das gambiarras responderem ao exigido. Caso de contrato – cláusulas claríssimas – violado absolutamente. Transgressão posta e exposta com a situação hídrica já normalizada, lesiva aos cofres públicos a manutenção do negócio.

AJUSTE VERGONHOSO – Era rescindir e aplicar a multa, algo próximo a R$ 6 bilhões, baixíssima – para não dizer inexistente – a possibilidade de contestação judicial da empresa ter sucesso. Não para o zeloso Ministério das Minas e Energia. Que pressentia o pior dos cenários jurídicos.

Donde costuraria e firmaria – ante a simpatia de extração omissa-eficaz do TCU – ajuste pelo qual, em vez de multa pesada e encerramento unilateral do contrato, a Âmbar, estendidos os prazos e flexibilizada a prestação de serviços, levará mais de R$ 9 bilhões.

Descontada a penalidade rebaixada de R$ 1.1 bilhão, uma variação de cerca de R$ 14 bilhões entre o que o governo deveria receber e o que, tudo o mais constante, pagará. Por energia cara e ora desnecessária. Com a palavra, o Tribunal de Contas da União.

Secretário de Biden admite falha de segurança em ataque a Trump

 Alejandro Mayorkas, secretário de Segurança Nacional dos EUA, falou à imprensa nesta segunda-feira

Alejandro Mayorkas Foto: EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS

O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Alejandro Mayorkas, admitiu, nesta segunda-feira (15), que a tentativa de assassinato contra o ex-presidente e pré-candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, se deveu a uma falha de segurança.

– Quando digo que algo assim não pode acontecer, estamos falando de uma falha – disse Mayorkas em declarações à CNN internacional.

– Vamos analisar, através de uma investigação independente, como aconteceu, porque aconteceu, e fazer recomendações com as conclusões para garantir que não volte a acontecer – acrescentou.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos, responsável pela segurança de Trump, reporta-se diretamente ao departamento liderado por Mayorkas.

Trump levou um tiro de raspão na orelha direita durante um comício no último sábado (13) em Butler, na Pensilvânia. O Serviço Secreto matou o atirador, um homem de 20 anos cujos motivos ainda são desconhecidos.

O jovem disparou de um telhado muito próximo do comício momentos depois de várias pessoas alertarem os serviços de segurança sobre sua presença suspeita.

Por sua vez, a diretora do Serviço Secreto, Kimberly Cheatle, anunciou em comunicado que foram “implementadas mudanças na equipe de segurança de Trump” para garantir sua proteção contínua durante o restante do período de campanha.

*EFE