Fachin vê indícios de “execução arbitrária” em ação da polícia que matou 25 pessoas no Rio de Janeiro

O ministro do STF Luiz Edson Fachin criticou a operação policial que matou 25 pessoas na favela do Jacarezinho no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (6).

Segundo ele, “há indícios de atos que, em tese, poderiam configurar execução arbitrária”.

O posicionamento foi dado em resposta a uma petição protocolada no STF pelo Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular, vinculado à UFRJ, que aponta que a ação policial descumpriu a decisão do STF sobre o tema.

Em junho de 2020, a Corte decidiu restringir as operações nas favelas do Rio a “situações excepcionais” durante a pandemia.

Clodoaldo Magalhães reúne prefeitos da zona rural para levar demanda de fortalecimento da agricultura familiar

Com foco no fortalecimento da agricultura familiar, o deputado estadual Clodoaldo Magalhães (PSB) reuniu prefeitos das cidades de Betânia, Água Preta, Santa Maria de Cabuncá, Ibirajuba e Cortês para levar demandas à Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco.

O objetivo é buscar melhorias e ajudar a população da zona rural desses municípios.

– O secretário Claudiano Martins recebeu nosso grupo e ouviu as demandas dos gestores, que entregaram ofícios com solicitações diversas que atenderão comunidades agrícolas dessas cidades. – afirmou o deputado.

Entre as solicitações estão equipamentos e máquinas para assistir campos e colheitas; sementes de milho e feijão para plantação; a construção de barragens e poços; bem como o tratamento de água nas áreas rurais; vacinas para febre afitosa e alevinos para dar suporte às famílias que dependem dessa atividade no estado.

-O secretário garantiu viabilizar os meios para que as solicitações feitas sejam atendidas pela pasta. – disse Clodoaldo.

Já está em curso a execução de contratos para comunidades rurais de Pernambuco, que receberão instalação dos tanques de contenção. Eles vão beneficiar as famílias com o tratamento de água, por meio do Programa Água Doce, que leva água de qualidade à população rural do sertão através da implantação, recuperação e gestão de sistemas de dessalinização.

Renata Campos quer Décio Padilha para governador em 2022

Por Coluna Esplanada (IG) – O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos era profundamente supersticioso. Passar debaixo de uma escada, nem pensar. Indicar um candidato ao Governo que não passasse pela secretaria da Fazenda estava fora dos seus planos. Miguel Arraes foi secretário de Cid Sampaio; Eduardo Campos, de Arraes; Paulo Câmara, de Eduardo.

E agora a família Campos manterá a tradição. Surgiu um novo nome para disputar em 2022 o Governo do Estado: o atual secretário de Fazenda, Décio Padilha da Cruz.

Se a superstição for mantida, o ex-prefeito do Recife Geraldo Julio (PSB) está fora do páreo para 2022. Décio é funcionário de carreira da Fazenda e já está sendo preparado pelos marqueteiros de Renata Campos, viúva de Eduardo. Ele foi comunicado pessoalmente do projeto eleitoral. Gostou da ideia e já comunicou À sua família.

Sérgio Moro diz que não será candidato

Há duas semanas, foi noticiado que o ex-ministro Sergio Moro, em conversas com aliados políticos, havia estipulado o mês de outubro como prazo para definir sua possível entrada na disputa presidencial. O ministro havia optado por se filiar ao Podemos, caso decidisse pelo caminho político.

Diante das expectativas geradas em torno do seu nome, o ex-ministro acelerou esse processo e agora é oficial. Moro, apesar da esperança de alguns aliados, informou ao seu empregador, a consultoria Alvarez & Marsal, que não será candidato ao Palácio do Planalto em 2022. É carta totalmente fora do baralho.

Bolsonaro: Se não tiver voto impresso, não terá eleição

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou, ontem, a fala do ministro Luís Roberto Barroso sobre a implementação do voto impresso no Brasil. Barroso disse que o método de eleição criaria “o caos” e Bolsonaro rebateu dizendo que, se promulgado, a “eleição de 2022 terá voto impresso e ponto final”. As informações são do Portal CNN.

Durante transmissão ao vivo em suas redes sociais, o presidente leu a notícia em que Barroso, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fala que o voto impresso criaria o “caos”. “Nós vamos criar o caos em um sistema que funciona muitíssimo bem”, disse Barroso.

Em resposta, Bolsonaro atacou o ministro do STF e TSE. “Eu acho que ele [Barroso] é o dono do mundo, o Barroso, só pode ser, o homem da verdade absoluta, não pode ser contestado. Ninguém mais aceita o voto que tá aí, como vai dizer que esse voto é preciso, legal, é justo?”.

Com críticas incisivas ao sistema de votação impressa, o presidente afirmou que se em 2022 não houver voto impresso, não haverá eleição. “Se o Parlamento brasileiro, por maioria qualificada, por 3/5 da Câmara e no Senado, aprovar e promulgar, vai ter voto impresso em 2022 e ponto final. Vou nem falar mais nada, vai ter voto impresso. Porque se não tiver voto impresso é sinal de que não vai ter eleição, acho que o recado tá dado. Não sou dono da verdade, mas eu respeito o Parlamento brasileiro assim como eu respeito o artigo quinto da Constituição”, disse.

Bolsonaro defendeu que, ao ser favorável ao voto impresso, é também favorável à democracia. “Quem acha que não tem fraude, porque está com medo do voto impresso? Quem quer uma democracia e quer que o voto valha de verdade, tem que ser favorável. Parabéns a Bia Kicis, autora do projeto e ao Arthur Lira. Quem for contra, ou acredita em Papai Noel ou tá do lado do Barroso, ou sabe que pode ter fraude e acha que irá se beneficiar”, afirmou o presidente.

Dinheiro jogado fora constrangeu TRE

Após o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco manter, hoje, a cassação da chapa do prefeito e vice-prefeito eleitos de Joaquim Nabuco, Neto Barreto (PTB) e Eraldo Veloso (MDB), respectivamente, o presidente do TRE, desembargador Frederico Neves, disse que esse caso de Joaquim Nabuco, além de fugir dos parâmetros da razoabilidade e da normalidade, foge aos parâmetros mínimos da moralidade e da ética. Um verdadeiro desrespeito às pessoas e às leis. “Eu fiquei envergonhado em ver esses vídeos, a pessoa jogando dinheiro e o povo coitado, necessitado, se amontoando atrás daquelas cédulas, isso é uma coisa triste, muito triste, e muito ruim para estado de Pernambuco, não é apenas para aquele município não”, pontuou.

No entendimento do TRE, que acatou ação da Frente Popular de Joaquim Nabuco, ficou comprovada a compra de voto no dia da eleição. O caso teve grande repercussão na época, pois, no dia da eleição, a chapa eleita promoveu uma “chuva” de dinheiro na sacada de uma varanda.

“O abuso de poder econômico e a captação ilícita de sufrágio neste caso foram tão evidentes que não tinha como o Judiciário Eleitoral entender de modo diverso ao da cassação do prefeito e do vice que, inclusive, tiveram participação direta nos eventos delitivos”, pontuou a advogada da Frente Popular de Joaquim Nabuco, Diana Câmara (foto).

Ela ainda explicou que, agora, após o TRE-PE ter decidido pela condenação deles, o presidente da Câmara, vereador Charles Batista (SD), assume o comando da cidade provisoriamente até a realização da nova eleição no município.

MÚSICA – A LUA E EU – CASSIANO

MÚSICA

A LUA E EU – CASSIANO

Morre o cantor e compositor Cassiano, ícone do soul brasileiro, aos 77 anos

Autor do hit ‘Primavera’, músico paraibano estava em estado grave, no Rio, após uma parada cardíaca

Cassiano  Foto Divulgação

Em nota enviada pela Secretaria de Saúde do Estado do Rio, a direção do Carlos Chagas informa que Cassiano morreu às 16h30, após permanecer internado em estado grave por pneumonia e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O óbito se deu por choque séptico pulmonar.

A direção do Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC) lamenta a morte de Genival Cassiano dos Santos, nesta sexta-feira, dia 07.05, às 16h30m. O paciente esteve internado na unidade desde o dia 25 de abril, em estado grave, com pneumonia e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). De acordo com a direção, o paciente morreu por choque séptico pulmonar.

Genival Cassiano dos Santos nasceu em 1943 em Campina Grande (PB), mas mudou-se com a família aos seis anos de idade para o Rio, onde chegou a trabalhar como ajudante de pedreiro. Adotando profissionalmente apenas o nome de Cassiano, começou tocar violão aos 21 anos no Bossa Trio, que daria origem ao grupo vocal Os Diagonais, ao lado de seu irmão Camarão e de Hyldon, outra lenda do soul nacional.

Tim Maia gravaria seu disco de estreia, de 1970, tendo a formação como banda de apoio. A música que abre o LP e um dos primeiros sucessos de Tim, “Coroné Antônio Bento” (João do Vale e Luiz Wanderley), já era cantada nos shows dos Diagonais com a levada rítmica registrada no disco.

Foi justamente na voz do Síndico que as duas composições mais conhecidas de Cassiano estouraram: “Primavera” e “Eu amo você”. Exímio guitarrista, ele também escreveu músicas gravadas por outros ícones da MPB, de Alcione (”Mister sambs”) a Gilberto Gil (”Morena”).

Na década de 1970, atingiu o auge do sucesso quando músicas de sua autoria passaram a integrar a trilha sonora de novelas da Globo, como “A lua e eu” em “O grito” (1975) e “Coleção” em “Locomotivas” (1977). Em 1978 passou por uma cirurgia para retirar parte de um pulmão.

Álbuns de sua discografia, como “Apresentamos nosso Cassiano” (1973) e “Cuban soul” (1976), são considerados joias por reunir influências diversas, de Stevie Wonder e Otis Redding a Lupicínio Rodrigues, num som de assinatura própria.

Seu último disco solo, “Cedo ou tarde”, foi lançado em 1991. Nele, Cassiano regravou sucessos da década de 1970, e contou com a participação de Marisa Monte, Luiz Melodia, Djavan, Ed Motta e Sandra de Sá.

 

Alemanha concede Ordem do Mérito a sobrevivente de Auschwitz

Zilli Schmidt é “lutadora incansável contra o ódio, segregação e extremismo de direita”, afirma presidente alemão. Ela sobreviveu ao genocídio dos sinti e roma pelos nazistas e hoje conta sua história aos jovens.    

Zilli Schmidt, sobrevivente do Holocausto
Zilli Schmidt é uma das últimas testemunhas vivas do extermínio dos sinti e roma pelos nazistas

A sobrevivente do Holocausto Zilli Schmidt recebeu a Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha, a máxima expressão de reconhecimento concedida pelo país, comunicou nesta quarta-feira (07/04) a Presidência da República em Berlim.

“Por seu intermédio sabemos hoje mais sobre o sofrimento dos sinti e roma e também muito mais sobre a sua vida, música e sua cultura”, escreveu o presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, na carta em que concede a Ordem do Mérito a Zilli Schmidt.

“Mesmo hoje – aos 96 anos! – a vivenciamos como uma lutadora incansável contra o ódio, a segregação e o extremismo de direita”, declarou o chefe de Estado.

Por causa da pandemia de covid-19, a cerimônia de entrega da honraria foi suspensa e ocorrerá em outro momento.

“Nenhum deles ainda vivia”

Zilli Schmidt lançou em setembro um livro de memórias, em que relembra os dias felizes da infância e, depois, a prisão, a fome, os assassinato, também de crianças, e, por fim, o extermínio nazista.

À DW, Zilli conta qual é a missão que deu a si mesma: dizer o que os nazistas fizeram com os sinti. “Todos morreram nas câmaras de gás, toda a minha família, toda a minha gente.” Depois da guerra, o que se ouvia era: “Os judeus foram mortos. Mas, e os sinti, eles ainda vivem?” Ela faz uma pausa: “Nenhum deles ainda vivia.”

Em 2 de agosto de 2018, ela falou pela primeira vez publicamente sobre a sua vida, durante uma cerimônia em memória aos sinti e roma assassinados na Europa, no memorial em Berlim. “Eu falei em nome da minha gente”, afirma. Ela disse ter se alegrado por muitas pessoas jovens estarem presentes. “A juventude não foi esclarecida, eles não aprenderam isso na escola.”

Ela diz que não é fácil relembrar o que aconteceu. “Eu tinha uma filha comigo – não, não.” As lembranças a assombram. “Quando sonho, estou de novo em Auschwitz.” Ela diz que, à noite, caminha pela casa, chora e já há muitos anos precisa tomar antidepressivos.

Filha Gretel da sobrevivente de Auschwitz Zilli SchmidtA filha Gretel, assassinada no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau

Família assassinada em Auschwitz

A filha dela, Gretel, “minha querida menina”, teria hoje 80 anos. No campo de concentração, a pequena questionava a mãe sobre a fumaça que saía das chaminés. “Mamãe, estão de novo queimando pessoas?” Zilli conta que negava: “Não, apenas estão fazendo pão.”

Gretel foi morta quando tinha 4 anos e 3 meses: em 2 de agosto de 1944, nas câmaras de gás de Auschwitz-Birkenau, assim como os pais de Zilli, a irmã Guki e os seis filhos dela, quando a SS (organização paramilitar do regime nazista) acabou com o chamado “campo de famílias ciganas”.

Apenas naquela noite, a SS assassinou cerca de 4.300 pessoas, desesperadas e aos gritos, em um dia fatal no genocídio do povo sinti e roma, conhecido como Porajmos.

Assim como outros detentos que podiam trabalhar, Zilli, então com 20 anos, foi levada embora antes do extermínio. O pai queria salvar Gretel e a manteve consigo. No momento de ser levada embora, Zilli correu do trem para onde estava sua família, mas o médico da SS, Josef Mengele, lhe deu um tapa no rosto e a obrigou a retornar ao vagão. “Ele salvou a minha vida, mas não me fez nenhum favor.”

No campo de concentração de Ravensbrück, para onde foi transportada, ela ficou sabendo o que acontecera com a sua família. Em desespero, caiu no chão e chorou.

“Uma família feliz”

Zilli Schmidt nasceu em 1924, com o nome de Cäcilie Reichmann, na Turíngia, numa família de artistas ambulantes que entretinha o público com cinema e música. “Éramos uma família feliz”, ela relata no seu livro. O trailer com que a família se deslocava nos verões havia sido construído pelo pai. O irmão tocava violino, e a mãe a as irmãs vendiam rendas de porta em porta.

Os caçulas, Zilli e o irmão Hesso, frequentavam a escola na estrada. No inverno, eles ficavam meses na mesma escola, na Turíngia ou na Baviera. Os professores os colocavam nas últimas fileiras. Às vezes eram alvos de gozações dos colegas. “Ciganos, ciganos”, lembra Zilli, hoje, mais de 90 anos depois. Ela diz que se defendia de agressões com o seu estojo escolar.

Quando os nazistas chegaram ao poder, em 1993, o pai disse que não estava preocupado. “Só vão levar embora os criminosos”, explicou. Ele se sentia seguro, pois não havia cometido nenhum crime. Em 1939, quando a Segunda Guerra Mundial começou, um irmão de Zilli, Stifto, servia na Wehrmacht (Forças Armadas do regime nazista). Ele esteve na Rússia e na França. “Éramos parentes de um soldado da Wehrmacht.”

Mas isso tudo não interessava ao Estado nazista, que perseguiu as minorias e levou adiante uma política racista de segregação e extermínio. Quando parentes já haviam sido detidos e enviados para o campo de concentração de Buchenwald, a família Reichmann atravessou a Alemanha para tentar fugir para a França. Tudo em vão. Zilli foi detida em Estrasburgo, ao lado de sua prima. O crime anotado pela polícia: “Ciganas.”

“Deus me ajudou”

Zilli Reichmann passou por várias prisões até chegar ao campo de Lety, na atual República Tcheca. De lá ela conseguiu fugir, mas foi de novo detida.

Em março de 1943, um detento de Auschwitz tatuou o número Z1959 no braço dela. Ela foi a primeira da família Reichmann a ser colocada no “campo de famílias ciganas”. Lá enfrentou a fome, a sede, as doenças, a violência e testemunhou a morte. O nome dela esteve duas vezes na lista para as câmaras de gás.

Uma vigia chegou a atirar nela, mas errou por pouco. Junto com a prima Tilla ela conseguiu fugir de um campo secundário e sobreviveu à guerra. “Deus me ajudou. Eu, sozinha, não teria conseguido”, conta. Ela é uma das últimas testemunhas vivas do extermínio dos sinti e roma pelos nazistas.

“Eu não esqueço e vou contar a minha história até fechar os meus olhos e me encontrar com Deus.”

Maria Antonieta e Luis XVI se casa

Os dois foram executados na guilhotina em 1792, após a Revolução Francesa (Foto: wikipédia)

Maria Antonieta foi Rainha da França de 1774 até 1789, após se casar com o Rei da França Luis XVI, aos 14 anos, no dia 21 de maio de 1770. Após a Revolução Francesa, os dois foram retirados do poder e executados na guilhotina.

Maria Antonieta Josefa Joana Von Habsburgo-Lorena nasceu em Viena, Áustria, em 1755. Filha do Imperador do Sacro Império Romano Germânico, Francisco Estêvão de Lorena, foi criada em um ambiente altamente católico.

Aos 14 anos casou-se com o delfim francês Luís Augusto, que assumiu o trono da França quatro anos depois, matrimônio esse que foi planejado por sua mãe para unir as dinastias de Habsburgos e Bourbons.

Ao assumir o trono, Luís XVI tenta reajustar a vida econômica do país que estava com gravíssimos problemas financeiros. Maria Antonieta participou de vários eventos na corte e nos locais da nobreza de Paris.

Após 1788, quando Luís convocou os estados gerais para resolver o problema do país, Maria Antonieta tentou deixar seus hábitos mais modestos e passou a frequentar um pequeno palácio que recebeu de presente de seu rei, onde conheceu seu amante.

A miséria e a fome no país causam uma campanha pejorativa contra a Rainha, a colocando como culpada por todo mal que atinge o povo francês. Os revolucionários derrubam o governo de Luis e sua família é toda presa, em 1789. Ficam até 1793 presos, quando são executados.

InfoEscola-Maria Antonieta