Antônio Campos quer proteção de PF de Brasília, após informação que está sendo monitorado por “polícia política”

Em nota, o irmão de Eduardo afirmou que a informação foi passada pelo Coronel Meira que disse que também estaria sendo “monitorado”.

Foto: Tarciso Augusto

O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, disse em nota, que reiterou ” pedido feito a Polícia Federal de Pernambuco”, após ter sido informado pelo Coronel Meira que ambos estariam sendo “monitorados” por “polícia política”, do atual Governo do Estado.

Antônio Campos, informou que compareceu na manhã da sexta-feira (7) ao Ministério Público Federal-Procuradoria da República, em Pernambuco, convocado na condição de testemunha, dizendo está “compromissado em dizer a verdade em procedimento sigiloso”. Processo esse que o fez alertar que o “PSB e forças ligadas estão com plano de ataque para tentar me desqualificar”. Antônio também disse que está “pronto” para se defender. E completou dizendo que “quem viver verá”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, enviou um documento em resposta ao pedido do irmão do ex-governador Eduardo Campos, Antônio Campos, de proteção para ele e sua família, após ter sido convocado como testemunha, em procedimento sigiloso no Ministério Público Federal (MPF) e ter revelado que tem recebido ameaças através de “mensagens estranhas”.

Veja a nota:

“Com referência ao pedido de proteção feita terça-feira, reiterei o pedido feito a Polícia Federal de Pernambuco, que embora tenha havido determinação do Ministro Sérgio Moro, até a tarde dessa sexta-feira não houve qualquer contato com a minha pessoa.

A reiteração também é feita em razão de ter sido procurado, no início da tarde dessa sexta-feira, pelo Coronel Meira que relatou fatos e fez declaração sobre “monitoramento” que a minha pessoa e a dele estaria sofrendo, por “polícia política”, do atual Governo do Estado.

Acabo de comunicar tal fato também ao Ministério Público Federal e ao Ministro Sérgio Moro, inclusive solicitando, que o caso, se necessário, seja avocado para o Núcleo Especial em Brasília da Polícia Federal.”

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