Trânsito na Agamenon Magalhães trava com protesto de profissionais da saúde

Tráfego no sentido Olinda/Boa Viagem da Agamenon está travado (Foto: Peu Ricardo/DP.)
Tráfego no sentido Olinda/Boa Viagem da Agamenon está travado (Foto: Peu Ricardo/DP.)

Em decorrência do protesto dos profissionais de saúde do governo de Pernambuco, o trânsito no sentido Olinda/Boa Viagem da Avenida Agamenon Magalhães. A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) ainda não contabilizou o tamanho do engarrafamento, mas avaliando pelas câmeras de monitoramento do órgão, a retenção inicia do ponto do ato, em frente ao Hospital da Restauração (HR), no Derby, e ultrapassa o viaduto sob a Avenida João de Barros, no Espinheiro.

A CTTU está desviando o tráfego da avenida para a Rua João Fernandes Vieira, para tentar diminuir o transtorno. Uma equipe de agentes e orientadores de trânsito foram enviados até o local, para auxiliar os motoristas e motociclistas. O fluxo desviado vai pela Fernandes Vieira e termina na Avenida Conde da Boa Vista – ponto em que o condutor pode decidir se volta para a Agamenon, na altura da Praça do Derby, ou se segue pelo bairro da Boa Vista.
 
Promessa de 24h de paralisação
O movimento é liderado pelo Sindicato dos Auxiliares Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe). O presidente da instituição, Francis Hebert, promete bloqueio de 24h da avenida. “Vamos acampar aqui por 24 horas, até que o governo nos dê pontos positivos de nossa pauta, ou venha com trator e polícia nos tirar à força”, comenta.
Retenção está próxima do viaduto da Agamenon Magalhães sob a João de Barros. (Foto: Cortesia/WhatsApp.)
Retenção está próxima do viaduto da Agamenon Magalhães sob a João de Barros. (Foto: Cortesia/WhatsApp.)

Este é o 14º dia de greve, segundo o presidente do Satenpe, que acusa o governo de Pernambuco de não sentar para conversar e solucionar os impasses da categoria. “Na primeira faixa do plano de cargos e carreiras, temos um salário-base de R$ 774, o que é uma vergonha. É abaixo do salário mínimo. Queremos a insalubridade, porque trabalhamos com agentes patológicos; adicional noturno, para quem trabalha à noite; o quinquênio, que foi retirado; e a reposição de 10 anos de perdas inflacionárias”, explica Francis.

DIARIO DE PERNAMBUCO

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