“Toffoli protege traficantes, organizações criminosas, lavadores de dinheiro e corruptos”, afirma jurista

Em novo texto publicado nas redes sociais, o jurista Modesto Carvalhosa é implacável e ataca com extrema veemência o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.

O eminente jurista afirma com todas as letras que Toffoli está protegendo “todos os traficantes, as organizações criminosas, todos os lavadores de dinheiro, todos os corruptos”.

Veja o texto de Carvalhosa e na sequência o vídeo com a análise elucidativa do jornalista José Nêumanne Pinto.

“A Central Única da Corrupção conseguiu nestes últimos meses uma série de medidas que procuram destruir a Lava Jato e demais providências judiciais no combate à corrupção.

O STF lidera claramente esse movimento, a partir da remessa dos políticos corruptos que estão fora do foro privilegiado para a Justiça Eleitoral. E agora com a anulação dos inquéritos e investigações que estão sendo realizadas pela Polícia Federal e Ministério Público, com base em dados do COAF, Banco Central e Receita Federal.

A truculência praticada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, já levou, a partir de ontem, a suspensão das centenas de investigações em curso na Polícia Federal.

Ao assim agir, impedindo a vigência das Leis Federais o Ministro Toffoli garante a ele próprio, se porventura estivesse sendo investigado e a todos demais investigados pelos órgãos competentes, imunidade plena. Protegendo assim todos os traficantes, as organizações criminosas, todos os lavadores de dinheiro, todos os corruptos.

O STF tornou-se, portanto, por força da atuação de seu presidente e alguns de seus conhecidos ministros, o principal instrumento da Central Única da Corrupção. Destruindo todas as medidas legais a partir do nascedouro, ou seja, a partir das próprias investigações e inquéritos. Trancando as competências legais do Banco Central, da CVM, da Receita Federal, da Polícia Federal e do Ministério Público e desautorizando as decisões do poder judiciário no combate à corrupção.

Enquanto o grande Felipe Moura Brasil chama a atenção para a capa da Crusoé, que destaca ‘a Receita começou a pedir explicações a empresas que contrataram os serviços do escritório da mulher dele’, o preciso José Nêumanne faz uma excelente análise.”

Jornal da Cidade

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