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Morre cantor e músico pernambucano Expedito Baracho

Um dos ícones da boemia e conhecido como grande seresteiro em Pernambuco morreu, aos 80 anos, o cantor Expedito Baracho, também um dos maiores intérpretes do frevo pernambucano ao lado de Claudionor Germano. A carreira de Baracho começou aos 14 anos, quando, já instalado em Olinda, tomou coragem e se inscreveu em um festival de calouros de um programa da Rádio Clube. Ganhou quatro edições seguidas e foi chamado para ser crooner, ou vocalista, da Jazz Band Acadêmica, fundada por Capiba. “Eu tinha de cantar qualquer estilo: baião, xote, foxtrote”.

A partir daí, a carreira deslanchou: assinou contrato de seis anos com a Rádio Jornal, entre 1954 e 1960, e depois partiu para São Paulo, onde ficou por três anos e assinou contrato com a gravadora RGE. “Lá, me deram outros nomes artísticos: Paulo Ricardo e Pedro Gerimum”. Em São Paulo, Expedito Baracho conheceu os ídolos que embalaram sua infância na Era do Rádio. “Ouvia na rádio Orlando Silva cantando Brasa, composta por Lupicínio Rodrigues. Fiquei amigo dos dois e ainda de Sílvio Caldas”.

De tantas músicas e álbuns lançados, Expedito admite já ter perdido a conta de quanto material faz parte do patrimônio da música brasileira. “Ainda me perguntam se eu canto. Respondo que canto até melhor do que há 50 anos”.

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