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A vigilância remota de Dilma

 

 

 

 

A presidenta Dilma Rousseff tem levado a sério a fiscalização dos grandes hospitais públicos. Graças a um aparelho de tevê perto do gabinete, ela consegue acompanhar o que se passa em vários pontos do País. Na semana passada, ela percebeu que um paciente de cadeira de rodas esperava havia 40 minutos para ser atendido no Hospital Universitário do Rio Grande do Sul. Mandou telefonar para a diretoria do hospital e perguntar quanto tempo maiso paciente teria de esperar por atendimento médico. (Paulo Moreira Leite – ISTOÉ)

Forças-tarefas aecista e eduardista

 

 

 

 

 

 

O candidato do PSDB ao Planalto,senador Aécio Neves (MG) está orientando os tucanos a procurarem o governador Eduardo Campos
(PSB-PE) para pedirem que não desista de disputar a sucessão presidencial. Os tucanos avaliam que Campos tem que disputar para levar o pleito para o segundo turno. A informação é de Ilimar Franco,na sua coluna do Globo.

Enquanto isso, Luiz Carlos Azedo diz em sua coluna no Corrreio Braziliense que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos desembarcará em Brasília na próxima terça-feira, a convite da comissão mista que examina a MP dos Portos, um dia depois de dividir o palanque com a presidente Dilma Rousseff em Serra Talhada (PE). Lidera a oposição à aprovação dos dispositivos da medida provisória que retiram dos estados o controle dos portos. A propósito, o ministro da secretaria dos Portos, LeônidasCristino, do PSB-CE,bate de frente com Campos, que preside a legenda, e está com um pé fora do partido.

Eduardo faz ofensiva sobre pequenos partidos

 

 

 

 

 

 

Com a candidatura a presidente cada dia mais irreversível, Eduardo Campos (PSB) faz ofensiva em convites a nomes de vários partidos. Um senador tucano foi sondado. A informação é de Leandro Mazzini, na sua coluna Esplanada deste domingo. Segundo o colunista, o governador pernambucano  iniciou conversa com os chamados ‘nanicos’. Hoje no PSC, Ratinho Jr. espera a ‘janela’ na reforma eleitoral para se filiar ao PSB e ser lançado vice do governador tucano Beto Richa no Paraná.

”Escanteado pelo governo, o presidente do PRTB, Levy Fidelix, foi procurado pelo deputado Márcio França, presidente do PSB paulista, em nome de Campos. Levy Fidelix faz conta: os cinco partidos nanicos que podem se bandear para Campos tiveram 7 milhões de votos em 2010. São PRTB, PTC, PRP, PSL e PTN.

Já no Congresso Nacional, cresce a percepção de que Campos é tão competitivo quanto Aécio (PSDB). Após saída do deputado Cadoca (PSC-PE), mais dois devem deixar o PSC rumo ao PSB.Enquanto Campos escancara o projeto, Aécio conversa discreto com possíveis aliados, hoje na base de Dilma. Caso de Lupi, do PDT, com quem almoçou recentemente.”

Governo se esforça para manter aliado com vistas a segundo turno em 2014

 

 

 

 

 

 

A relação entre o Palácio do Planalto e o PT com o virtual candidato do PSB à Presidência da República, o governador Eduardo Campos (PE), tornou-se um exercício de paciência e de tato político. Ao mesmo tempo em que se esforçam para manter um bom relacionamento com o socialista, na tentativa de preservá-lo na base aliada e contar com seu apoio em eventual segundo turno das eleições presidenciais do ano que vem, pessoas próximas da presidente Dilma Rousseff e petistas não têm escondido a irritação com as recentes estocadas de Campos no governo, e sua aproximação com setores da oposição, PSDB em especial.  (Informações de O GLOBO – Fernanda Krakovics)

Clique aí e leia na íntegra  Planalto e PT testam paciência com articulações do líder do PSB

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