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Se foi a trabalho, por que levou mulher e família?

A Procuradoria da República no Distrito Federal recebeu um “pedido de providência” contra o voo da FAB de Henrique Eduardo Alves. O caso foi distribuído ao procurador Frederico Paiva.  Nestes casos, o script seguido pelo MP é quase sempre o mesmo. Um pedido de informações deve ser feito a Alves e também à FAB (ou seja, o MP vai querer saber se o voo realmente custou os 9 700 reais que foram devolvidos pelo presidente da Câmara). Depois disso, analisará se uma ação de improbidade deve ou não ser apresentada contra o deputado.

A princípio, procuradores avaliam que, se a viagem foi a trabalho, a ação de improbidade pode ser descartada. O “X” da questão para Alves será a carona que deu à mulher e aos familiares. Se ele só voou para uma reunião de trabalho, por que levou a mulher e a família?  (Lauro Jardim – VEJA)

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