Deixe um comentário

Economia Criativa: “Eu não penso. Imagino e faço”

“A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.” – Albert Einstein

Essa afirmativa de Albert Einstein de certo modo sempre me intrigou. Quando criança, fui educado pelos meus pais e pela escola a ser o melhor, nunca errar, fracassar e desistir. E eles sempre diziam “estude, detenha conhecimento ao máximo e você terá tudo”. Cresci, empreendi, errei e aprendi muito com os erros e pude entender na prática o que Albert Einstein quis dizer na sua época. Depois de estudar e presenciar o efeito network e o poder das mídias sociais no social business, pude mais uma vez comprovar que imaginação é mais importante que o conhecimento. Nunca estimulei um universitário ou estudante a desistir do conhecimento ou do ambiente acadêmico e sim a usar dele para a prática que o mercado esperava.

Após estudar mais a fundo os termos “networking”, “social media”, “social business”, empreender em sonhos e  ouvir todos ao meu redor dizendo: “Desista”, “Você não será capaz”, “Isso não é fácil”, “Muitos tentaram e não conseguiram”, decidi não escutar tais estímulos negativos e seguir em frente usando minha criatividade e imaginação em busca do meu sonho. Todos os dias procuro motivar jovens que precisam apenas de um empurrão, palavra de incentivo, de inspiração, para sair da tão famosa zona de conforto e se permitirem a sonhar, errar e seguir em frente.

Discordo e concordo ao mesmo tempo quando falam  que qualquer pessoa pode ser um empreendedor. Discordo porque depende do emocional, da atitude do indivíduo, pois empreender é um estilo de vida e não apenas abrir um negócio. Concordo porque as mídias sociais nos deram uma liberdade incrível para tal: De blogs e games a design e cinema. Nunca foi tão fácil empreender com imaginação.

Esse novo estilo de empreender trouxe à cena o termo Economia Criativa, cujo ativo principal não é mais o valor dos produtos e/ou serviços e sim suas ideias. E os setores criativos levam uma grande vantagem frente aos modelos tradicionais porque:

  1. Não precisam de máquinas;
  2. Não precisam obrigatoriamente de um espaço físico fixo, podendo ser desde escritórios virtuais, os espaços coworking à sua própria residência;
  3. Não precisam de departamentos;
  4. Não precisam de tanta burocracia comparando-se à abertura de uma empresa;

O que motiva um empreendedor na economia criativa são boas ideias, talento e inovação, recursos inesgotáveis e de fácil acesso em qualquer lugar do mundo, confirmando a frase do Einstein “Conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”

Segundo o Guru da Criatividade, o britânico John Howkins, autor de The Creative Economy: How People Make Money From Ideas, considerado como a bíblia da Economia Criativa, os setores criativos sempre estiveram presentes na economia. Mas, no modelo antigo, o artista, o pensador, o inovador, operavam nas margens da economia. Não eram reconhecidos pelas grandes companhias, não eram considerados parte do setor produtivo. Você precisa saber o que os outros estão fazendo para poder fazer melhor. Descubra exatamente quem você é e quais são as regras da área em que está trabalhando – e depois quebre-as. Seja você mesmo. Arrisque-se. Divirta-se!

Ao ler as declarações do mestre Howkins, me veio à mente outra frase do pintor fantástico Salvador Dali: “É preciso provocar sistematicamente confusão. Isso promove a criatividade. Tudo aquilo que é contraditório gera vida”.

Como anda sua vida nesse momento? Deixou a criança que imaginava e sonhava adormecida? Ela está aí dentro de você só precisa dar estímulos para despertar. Gostaria de encerrar esse post com uma reflexão trazida por um grande inovador, pensador dos nossos tempos, por muitos considerado um maluco e indigente, mas um ser de luz que contribui para sua vida com suas ideias e pensamentos. Assistam, é fantástico! Estamos conectados!

Documentário parte do projeto Thomás Tristonho

Artista: Hélio Leites
Dirigido, fotografado e editado por: André Saito & Cesar Nery
Trilha original: Fê Sztok e André Saito
Arte Gráfica: Pedro Hefs

Agradecimento: Carla D’aqui, Família Saito, Família Leites, ONG Soy Loco por Ti, Érico Massoli.

 

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: