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O CABRAL CONTINUA CONTRA OS ÍNDIOS. A HISTÓRIA NÃO MUDOU

Manhã de março,quando hoje se comemora o dia da Água,abre-se espaço para a batalha de defesa  ao direito de preservação da memória indígna,primeiro povo a ocupar a Terra de Santa Cruz-Brasil.,e é recebida pelo Batalhão de Choque da PM ,que entra, no antigo Museu do Índio no Rio,com um ataque de nervos capitalista do goveno estadual do Rio e os carrascos interesses econômicos da modernidade.Policiais  iniciam trabalhos de desoculpação do Museu . Alguns índios são expulsos à força do local.A retirada acontece com muito tumulto e correria. Os policiais fizeram um cordão de isolamento. Alguns manifestantes entraram em confronto com os policiais e foram dispersados com gás de pimenta.PMs dispararam tiros de borracha duas vezes. Manifestantes revoltados sentaram na Avenida Radial Oeste, no Maracanã.
Feministas se manifestaram em Defesa do Museu do Indio e da Aldeia Maracanã. Valia de tudo, até monstrar os seios para chamar a atenção de todos para a grandeza da luta.
Ela não foi muito feliz como podemos ver, foi presa. Seu lema, segundo disse: “O Rio tem pressa, Fora Cabral e Viva o Museu do Indio e a Adeia Maracanã”.
A essa altura provavelmente já deve estar solta.Voltando .
Casos tipicos como este, são interpretados como: “atentado violento ao pudor”. Nada que os “Tupiniquis” não estejam aconstumados em ver no carnaval.
O maximo que pode acontecer e responder um “Termo Circustanciado”, e comparecer ao Juizado Criminal para prestar serviço a comunidade, ou pagar multa.
Como pode-se observar, a guerra entre polícia e ativista foi grande,acontecendo de tudo, menos direitos humanos. Sobrou spray de pimenta para o defensor publico,que também não poupado das investidas pela  operação “asfixia”,e para o presidente da comissão de direitos humanos da Alerj Marcelo Freixo.
Não tem volta! A ordem de Cabral é ”passar o cerol” em quem tivesse no caminho, e foi o que ocorreu,segundo falou um soldado que não quis se identificar.
Polícia joga spray de pimenta em fotografos, jornalista e ativistas dos movimentos sociais, que defendem o museu do indio, aldeia maracanã.
O objetivo da policia é dispersar os manifestantes de qualquer maneira. Ai, vale chute, pontapé, tiros de bala de borracha e spray de pimenta.
Monica Bello Guarani Kaiowá, ativista do movimento indígena, sendo agarrada pela policia do militar e levada para o caveirão.
Ela pretendia entrar na Aldeia Maracanã para ver seu filho que se encontrava nas dependências.
A estratégia do BOPE era impedir que qualquer pessoa entrasse no Museu para facilitar a retirada dos indios.
Ao total mais de 300 policias estavam de prontidão no local.

Cerca de mais de duzentos  estudantes além de militantes que são contra o esvaziamento do  Museu , no Maracanã, foram para a porta da Assembléia Legislativa do Estado (Alerj) para continuar o protesto iniciado pela manhã.
Pouco depois das 15h, eles fecharam a Avenida Presidente Antonio Carlos, causando retenção no tráfego.
Para liberar a via, a PM usou spray de pimenta. A confusão continuava por volta das 15h30.

De acordo com o relações públicas da Polícia Militar, coronel Frederico Caldas, a PM tentou dispersar os manifestantes porque estavam recebendo provocações.
Tipo: ”Fora Cabral”.
Ocorre que a operação ”asfixia” que é o nome dado pela a  policia, previa a evacuação da área. Em uma guerra de opiniões, vale tudo!
“Eles dizem que reagiram ás provocações, mas na verdade foi o cerceamento do ir e vir direito consagrado na CRFB”,afirmou um manifestante.

O defensor público federal Daniel Macedo, em entrevista à Globo News, acusou a Polícia Militar de agir com truculência na desocupação do Museu do Ínidio. Policiais do Batalhão de Choque (BPChoq) invadiram o local , retirando à força os índios que resistiam ao despejo. Segundo o defensor, a PM estava autorizada a entrar no museu, mas não da forma como aconteceu.- A Defensoria tentou articular uma saída pacífica e tranquila, mas infelizmente não foi o que observamos. A polícia não tinha o direito de usar qualquer tipo de violência – disse Macedo.
O defensor público afirmou ainda que estuda entrar com uma representação contra o comandante do Batalhão de Choque.
– Houve abuso de autoridade – justificou ele.

Pará, uma das lideranças da Aldeia Maracanã, foi fortemente espancado pelos soldados da operação.
Bombeiros que passavam pelo local, prestaram os primeiros socorros.

ASH representante indígena, acaba de ser preso na Praça XV ,na manifestação em defesa da Aldeia Maracanã e do Museu do Índio.
Ele fazia discurso pacífico em defesa dos povos originários quando foi cercado por guardas municipais do da cidade do Rio junto com a Polícia Militar e levado para DP.

Monica Bello, que foi  agredida e presa pela a polícia do estado do Rio   foi solta e passa bem.
Ela neste momento se encontra em manifestação com estudantes na Praça XV .
Essa ação,conforme relata, uma manifestante, demonstra qual é a linha política de do governador Sérgio Cabral, que assumiu um compromisso com Eike Batista de privatizar o maracanã com pagamento de 7 milhões mensais.

Indiara,a madrinha da Aldeia Maracanã, esta pedindo oração ao Grande Espitiro, para perdoar os “vivos mortos”.Todos os participantes se mocianam nessa hora.É impressionante olhar nos olhos da Idiara e ver a luz e a força da fé ou a candura de sua ingenidade em apelar até para a presidente Dilma, com o Palácio do Planalto compremetido com o governador do Rio de Janeiro e a pseudo modernidade economia de interesses particulares dos poderosos.  Segundo ela,Indiara: “é um crime o que estão fazendo com nossos parentes”. E conclui: “O espririto guerreiro que guarnecem o Museu do índio, vai continuar, assim disse o Grande Espirito”, conclui. Veja em outro momento, a oração e o pedido de perdão a natureza, no video anexo. Para ela: “a semente dos espiritos ainda continua, não se apagara”. Veja a contemplação ao Grande Espirito.

Assista  o Bate Boca de Marcelo Freixo, com o pessoal do governo  Cabral. Como dissemos antes, o crime estava anunciado. Veja os burburinhos momentos antes que antecedem a invasão por parte dapolicia militar do estado do Rio.Conclui, Freixo.

É indiara, a Dilma não te ouviu por causa dos acordos eleitorais. Cabral é base de sustentação de Dilma, e seus porta vozes ficaram calados. Como você mesmo disse em suas indagações: ” porque Cabral não constroi dois museus, deixando o nosso”. Essa informação foi negada pela Secretaria de Direitos Humanos.
“A luta não acabou… continue orando ao Grande Espirito.Roga à todos os seus a Indiara.

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