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Jaboatão afunda

  

Com a cabeça no Palácio das Princesas, projeto de quem vive no mundo da lua, o prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB), fez uma meia sola na primeira gestão, mas tropeça no segundo mandato. Um erro atrás do outro, diga-se de passagem.

Em dezembro, deu um soco no estômago da população ao renunciar e passar o cargo para o vice por uns 15 dias. Ninguém entendeu tamanha benevolência.

Na volta, jogou o município numa crise sem precedentes, demitindo, paralisando obras, reduzindo cargos comissionados e, no meio da crise, ainda teve a cara de pau de sair em férias. Uma crise que ninguém também compreendeu, porque se deu no início da sua segunda gestão.

Ora, não deu para sanear as finanças no primeiro mandato? Que crise fantasiosa, que se dá após as eleições? Durante a campanha da sua reeleição não se falava em desgraça, só em louvação, como se ali fosse uma ilha de prosperidade. Deu a entender, portanto, que esconderam a crise debaixo do tapete.

Em menos de três meses do novo mandato, Elias abre outra frente tenebrosa. A Câmara resiste a aprovar a doação de um terreno para construção de uma escola técnica alegando que está irregular.

É bom lembrar que o prefeito prometeu e não cumpriu construir esta unidade educacional num terreno da rede ferroviária em Jaboatão Velho no início do seu primeiro mandato. O que o levou a mudar de rumo?

Jaboatão vive um caos, com obras paralisadas, lixo espalhado em todos os bairros, credores passando o pires sem ver a cor do dinheiro, enfim, um quadro grave.

Ironicamente, Elias herda uma herança maldita deixada por ele próprio. Quanto mais se explica, mais se complica.

fonte:blogmagno

Congresso: falta compromisso institucional

   

 

 

 

 

As últimas nomeações para as comissões temáticas do Congresso Nacional, como a do deputado federal evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) para a de Direitos Humanos, desmoralizam ainda mais a imagem do Poder Legislativo e demostram um “descompromisso terminal” da Câmara dos Deputados com a sua função institucional. A avaliação é de especialistas políticos entrevistados pelo GLOBO, segundo os quais, nos episódios recentes, o Congresso Nacional revelou um “cinismo institucional” e um “desrespeito à cidadania”. Para eles, a prática do Poder Executivo de formar a base aliada do governo federal por meio da distribuição de cargos é a principal responsável pelas recentes nomeações no Congresso Nacional. (Informações do Jornal O Globo – Gustavo Uribe)

Eduardo e Dilma: nuvens negras e sine die

 Ainda a respeito do tão programado e badalado encontro do governador Eduardo Campos e a presidente Dilma Roussef, a colunista Sônia Racy registra na sua coluna do Globo:

Ao cumprimentar Eduardo Campos, anteontem em Brasília, durante evento, Dilma avisou que adiou, sim, o encontro com o governador por causa de Hugo Chávez.

Mas vai remarcar a conversa.

Cláudio Humberto, na sua coluna de hoje dá a seguinte nota:

O ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM) alerta para “forças ocultas”
do Planalto contra as anunciadas candidaturas do governador Eduardo
Campos (PSB) e de Marina Silva (Rede) à presidência. Ambas “fortes”.

Conclave papal: no dia 12 e brasileiro entre favoritos
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após cinco dias de debates do Colégio Cardinalício, foi marcado para terça-feira, dia 12, o início do conclave que elegerá o sucessor de Bento XVI, relata o enviado especial José Maria Mayrink. De manhã, será celebrada uma missa e, à tarde, ocorrerá a primeira votação. Serão dois escrutínios por dia, até que se atinja o mínimo de dois terços dos votos, 77, para a eleição do papa. Segundo analistas, é pouco provável que o conclave seja demorado, pois os cardeais eleitores – são 115 – já tiveram tempo para debater o perfil do próximo pontífice, além dos desafios que ele enfrentará, como casos de abusos sexuais e escândalos financeiros do Vaticano. Aexpectativa é de que a eleição dure de três a quatro dias, ou seja, que o novo papa seja anunciado entre quinta e sexta-feira da próxima semana

Os cardeais de São Paulo, d. Odilo Scherer, e de Milão, Angelo Scola, se mantêm como os nomes mais cotados para a sucessão. O italiano seria a escolha da ala reformista e o brasileiro, da Cúria. Há, ainda, apostas de uma “terceira via”. (Do Estado de S. Paulo)

Dilma dará Aviação Civil ao PMDB
 

 

 

 

 

A presidente Dilma Rousseff pretende transferir o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Wellington Moreira Franco, para a Secretaria de Aviação Civil da Presidência. O PMDB já foi avisado que não terá o Ministério dos Transportes e, além disso, Dilma deixou clara a impossibilidade de abrigar na equipe, com a reforma a ser promovida neste mês, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), alvo de denúncias.

Depois de saber que não tem chance de ir para a pasta dos Transportes, hoje ocupada por Paulo Sérgio Passos – filiado ao PR, mas visto como da “cota pessoal” de Dilma, o PMDB entrou na briga pela Aviação Civil, de grande prestígio em tempos de concessão de aeroportos e obras para a Copa de 2014.

A Secretaria de Assuntos Estratégicos tem orçamento de R$ 26,5 milhões para 2013, enquanto o da Aviação Civil é 100 vezes maior. São R$ 2,7 bilhões, incluindo o fundo do setor, mas sem contar a Infraero, estatal subordinada ao ministério. (Do Estado de S. Paulo)

Eduardo busca aliados na oposição e racha base tucana

 

 

 

 

 

Em busca de aliados para entrar na corrida presidencial, o governador Eduardo Campos (PSB), acabou dividindo a base do provável candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG). Integrantes dos dois partidos que deram sustentação aos tucanos nas duas últimas campanhas presidenciais, o DEM e o PPS, começaram a manifestar abertamente preferência pelo governador.

Num encontro recente da cúpula do DEM, a maioria dos deputados que integram sua bancada na Câmara disse que acha melhor embarcar no projeto político de Campos do que continuar com o PSDB. O presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), já declarou publicamente sua ‘simpatia’ pelo pernambucano e convidou-o a discursar na abertura da convenção da sigla, em abril.

A movimentação começou a despertar preocupação entre aliados de Aécio. Eles temem que ele termine isolado na disputa se Campos conseguir o apoio dos dois parceiros históricos dos tucanos. O presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN) acha que ainda é cedo para definições. ‘O meu papel é somar as forças que se movam contra o PT’, diz. (Informações da Folha de S.Paulo – Daniela Lima)

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