Vinicius promete 1,2 mil vagas para crianças e 10 novas creches em Olinda

Foto: Thiago Paixão

Olinda terá 1,2 mil vagas para crianças em dez novas creches. Essa é a proposta do candidato à Prefeitura de Olinda, Vinicius Castello (PT), anunciada na última segunda-feira (21).

Ainda segundo o candidato, serão feitas a requalificação e reforma das creches existentes hoje no município. “A atual gestão de Lupércio e Mirella não tem compromisso com a primeira infância”, denunciou Vinicius. Atualmente, apenas 16% da demanda por matrículas em creches é atendida em Olinda.

“Minha vida foi transformada pela educação e sei que a educação é o melhor caminho para que a gente possa fazer com que as pessoas consigam ter autonomia e melhorem a vida. Para além disso, mais creches também significa mais oportunidades para que as mães, sobretudo as mães solo, possam trabalhar tranquilas sabendo que suas crianças estão seguras, bem cuidadas e aprendendo”, detalhou Vinicius.

Os recursos para os novos equipamentos serão captados por meio de parcerias. “Vamos fazer isso em diálogo direto com o Governo Federal e com o Ministério da Educação, além da articulação com nossos deputados e senadores”, garantiu o candidato.

A gestão de Mirella na Secretaria da Fazenda de Olinda foi um apagão de débitos tributários não cobrados. Por Antônio Campos

Antônio Campos propõe refeições populares para promover “Olinda sem fome”                                           Por Antônio Campos   –     A gestão de Mirella na Secretaria da Fazenda de Olinda foi um apagão de débitos tributários não cobrados, que geraram prejuízos a Olinda e beneficiaram devedores tributários, de forma seletiva.

Relatório do Tribunal de Contas de Pernambuco, na auditoria 23100768-1, mostra fragilidades na gestão de Mirella na Secretária da Fazenda de Olinda, que merecem uma CPI no apagão de dívidas tributárias na gestão Mirella.

A gestão de Mirella quando Secretária da Fazenda de Olinda foi inoperante e desastrosa. Afora aumentar o seu salário, de verdadeira Marajá, a sua grande realização foi aumentar impostos e deixar de cobrar muitas dívidas que prescreveram, segundo relatório do TCE. Tal falta de cobrança em alguns débitos pontuais, são muitos suspeitos, merecendo rigorosa apuração de uma CPI de débitos não cobrados ou cancelados. Alega, na precária defesa, falta de material humano para dar conta do serviço.

O relatório aponta, entre outras irregularidades, as seguintes:

a. Fragilidades da gestão fazendária, com a não identificação precisa de devedores, falhas na manutenção de dados corretos e atualizados e problemas na cobrança administrativa e judicial na recuperação de créditos.

b. Dívidas não ajuizadas que geraram prescrição e prejuízos ao erário.
Quem não conseguiu ser uma boa Secretária da Fazenda, tem preparo para governar Olinda? Claro que não!
Quem quiser mudar, vota em Vinicius Castello.

Olinda, 22 de outubro de 2024.
Antônio Campos.
Advogado.

 

 

Crise cultural em Olinda: Artistas sofrem com falta de pagamento da Lei Paulo Gustavo

Olinda, uma cidade mundialmente reconhecida por sua rica cultura popular e erudita, está enfrentando um grave problema: a falta de comprometimento da atual gestão com os recursos destinados aos produtores culturais. Em um momento em que o setor artístico local, duramente afetado pela pandemia da Covid-19, esperava um alívio através da Lei Paulo Gustavo, os artistas contemplados com os recursos ainda não receberam o apoio financeiro prometido.

A verba, que deveria ser repassada pela Prefeitura, já está disponível pelo Governo Federal, mas o que se vê é uma paralisia por parte da Secretaria de Patrimônio, Cultura e Turismo de Olinda. Até o momento, os mais de 2 milhões de reais destinados a apoiar os projetos culturais aprovados não foram liberados, deixando centenas de produtores culturais sem resposta e em uma situação de incerteza.

O impasse não se limita apenas à falta de pagamento. Informações indicam que há um conflito entre as secretarias municipais envolvidas no processo — Cultura e Fazenda —, com divergências que têm travado o repasse dos recursos. O caso foi encaminhado à Procuradoria Geral do Município (PGM), mas sem uma solução aparente à vista. O edital original previa que os valores começariam a ser pagos em dezembro de 2023, no entanto, a desculpa dada pela administração municipal é que “não há recursos disponíveis.”

Essa postura da gestão Lupércio levanta questionamentos: como uma verba federal, já aprovada, está sendo impedida de alcançar os artistas por causa de disputas internas da prefeitura? A desorganização e a falta de clareza só agravam ainda mais a crise cultural que assola Olinda.

A gestão do prefeito Lupércio tem se mostrado ineficaz no que diz respeito ao apoio e fomento à cultura local. Em uma cidade que respira arte e tradição, o abandono dos artistas reflete a falta de prioridade da administração pública em promover e preservar o patrimônio imaterial de Olinda. Os produtores culturais estão sendo deixados à margem, enquanto o cenário cultural da cidade, que já foi vibrante, está em decadência.

Os questionamentos continuam: onde estão os recursos? E por que a prefeitura, que deveria ser a facilitadora do processo, se tornou um obstáculo para que os artistas recebam o que lhes é de direito?

Olinda merece mais. Seus artistas merecem mais. E a cultura, que é a alma dessa cidade, não pode ser negligenciada.