Funcionário de unidade do Burger King na Zona Leste de SP é demitido após identificar cliente como ‘debmental’

Do G1

Um funcionário da unidade do Burger King da Avenida Jacu-Pêssego, em Itaquera, na Zona Leste da capital, foi desligado após ter identificado uma cliente que fez uma compra em 26 de outubro pelo drive-thru da rede de fast-food como “debmental”.

Ele colocou a ofensa no campo em que deveria ter sido colocado o nome do cliente.

A imagem foi compartilhada em redes sociais de páginas locais da região. A cliente que foi ofendida não foi localizada pela reportagem.

Em nota, a empresa informou nesta segunda (28) que “após investigação interna, a colaboradora envolvida foi imediatamente desligada, em conformidade com nosso Código de Conduta”.

Informou ainda que não tolera “esse tipo de comportamento e estamos comprometidos em manter ambientes acolhedores e seguros para nossos funcionários e clientes. Reforçaremos nossos treinamentos internos para garantir que situações como essa não se repitam”.

Vídeo: “João Campos não se cria aqui em Olinda”, diz Lupércio ao comemorar vitória de Mirella

O prefeito de Olinda, Professor Lupércio, celebrou com entusiasmo a vitória de Mirella no município, reforçando seu apoio à prefeita eleita e destacando a importância de sua trajetória ao lado da atual gestão. Em seu discurso, Lupércio afirmou com veemência: “João Campos não se cria aqui em Olinda”, uma declaração que reflete a disputa política com o prefeito do Recife.

Mirella, que assumiu a Secretaria de Planejamento e Fazenda na gestão do Professor Lupércio, foi uma das figuras de destaque da administração municipal e desempenhou um papel crucial na formulação de políticas financeiras e de desenvolvimento urbano. Com um perfil técnico e uma postura ativa, ela consolidou sua candidatura como uma continuidade ao trabalho que vem sendo realizado nos últimos anos em Olinda.

Filho de ex-desembargador do TJCE tem prisão decretada por venda de sentenças

Do Blog do César Wagner 

Fernando Carlos Oliveira Feitosa, advogado e filho do ex-desembargador Carlos Rodrigues Feitosa, teve prisão decretada pela 2ª Vara de Execuções Penais de Fortaleza, após ordem da ministra Maria Thereza de Assis Moura, do STJ, sendo considerado foragido.

Fernando foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, para facilitar a venda de habeas corpus durante plantões do pai no Tribunal de Justiça do Ceará.

As investigações, iniciadas em 2015, revelaram um esquema coordenado via WhatsApp e levaram à aposentadoria compulsória de Carlos Feitosa em 2019 e à sua prisão em 2021, com penas somando mais de 17 anos de reclusão.