Em editorial, Estadão diz que Lula tem “fidelidade canina” a Maduro

Jornal criticou a passividade do governo brasileiro diante dos ataques desferidos pelo regime venezuelano

Nicolás Maduro e Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Ricardo Stuckert/PR

A relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ditador venezuelano Nicolás Maduro foi tema de um editorial publicado pelo jornal O Estado de São Paulo nesta sexta-feira (1°). Em tom crítico, o veículo disse que Lula tem uma “fidelidade canina” a Maduro mesmo sendo atacado pelo venezuelano.

– O ditador Maduro, portanto, pode ficar tranquilo. Aparentemente, não há insulto ou humilhação capaz de lanhar a fidelidade canina de Lula, Amorim e seus sequazes ao regime chavista – que ademais, não se pode esquecer, deve nada menos que 1,5 bilhão de dólares (R$ 8,7 bilhões) ao Brasil e aparentemente não tem a menor intenção de pagar – destacou o jornal.

Com o título Masoquismo Diplomático, o editorial diz que a ditadura chavista nunca “deu a mínima” para o Brasil governado por Lula, salvo quando tinha algum interesse. No texto, o jornal lembrou do gesto recente do regime venezuelano de convocar o embaixador do país em Brasília e questionou o motivo de o Brasil não ter feito o mesmo com o seu representante em Caracas.

– O mínimo que o governo brasileiro deveria fazer seria convocar seu embaixador em Caracas, num gesto de reciprocidade, como sugere o protocolo diplomático. Mas até agora reina o mais absoluto silêncio, como se já não fossem suficientes as seguidas agressões de Maduro ao Brasil e a seu governo – diz o Estadão.

O jornal também destacou que, por muito menos do que o regime venezuelano já fez, Lula condicionou um encontro com o presidente da Argentina, Javier Milei, a um pedido de desculpas do argentino porque este o chamou de “corrupto”.

Por fim, o Estadão também lembrou que mesmo “quando a roubalheira da eleição venezuelana já estava clara para o mundo todo”, Lula ainda que chegou a dizer não ter visto “nada de anormal” no país vizinho.

– Lula afirmou não ter visto “nada de anormal” naquela votação – celebrada pelo PT como uma “jornada pacífica, democrática e soberana” que deu a “vitória” a Maduro. Depois, uma nota do Foro de São Paulo subscrita pelo PT acusou as “forças de extrema direita” de “atacar os resultados da eleição presidencial venezuelana e a vitória do presidente Nicolás Maduro” – completou.

Entre 27 moedas, real foi a segunda que mais perdeu valor em 2024

Em um ano, o dinheiro brasileiro recuou 16,21% e só não desvalorizou mais do que o peso argentino

Imagem colorida de uma moeda de 1 real sobre uma bandeira do Brasil - Metrópoles

DO  METRÓPOLES

No total de 27 moedas, o real foi a segunda que mais se desvalorizou em relação ao dólar, no período entre janeiro e 31 de outubro de 2024. Nesse ranking, o dinheiro brasileiro registrou baixa de 16,21% e só não perdeu para o peso argentino, que recuou 18,40%, de acordo com dados levantados pela consultoria Elos Ayta para o Metrópoles.

Considerado apenas o mês de outubro, o real também ocupa a segunda posição entre as moedas que mais se desvalorizaram. Nesse caso, porém, o primeiro lugar é ocupado pelo peso chileno.

A desvalorização, contudo, foi geral. Somente três moedas ficaram mais fortes do que a americana em 2024. A seleta lista inclui o dólar de Hong Kong, a libra esterlina (Reino Unido) e o rand sul-africano.

Nesta sexta-feira (1º/11), a moeda americana mantém a tendência de alta em relação ao real. Por volta das 13h, ele alcançou o patamar de R$ 5,82, em uma aceleração de 0,77%; pouco antes, havia chegado à marca de R$ 5,83. Na véspera, último dia de outubro, a moeda americana fechou em R$ 5,78.

Analistas avaliam que diversos fatores ampliam as incertezas da economia, tanto no cenário global como no local. Nesta semana, as questões mais relevantes nos âmbitos internacional e doméstico, respectivamente, são as eleições americanas e a percepção de risco fiscal.

Fonte:  Metrópoles

Idosa chinesa de 107 anos desperta atenção por ‘chifre’ crescendo na testa

Foto: Reprodução/Redes Socias

Idosa de 107 anos desperta atenção por ter ‘chifre’ crescendo na testa (Foto: Reprodução/Redes Socias)

Uma chinesa de 107 anos, chamada Chen, chamou a atenção de internautas nesta semana após uma fotografia onde ela aparece com um ‘chifre’ crescendo na testa, começar a circular em uma plataforma de vídeos.

A publicação rendeu inúmeros comentários, entre eles, de pessoas que acreditavam que o ‘chifre’ era o segredo por trás da idade centenária da idosa, chegando a chamá-lo de “chifre da longevidade”.

Segundo Chen, o crescimento da protuberância, que tem aproximadamente 10 centímetros, se desenvolveu ao longo de vários anos, apesar disso, ela continua com boa saúde, com um apetite saudável e perspectiva positiva. O fenômeno foi identificado pelos médicos como um chifre cutâneo, condição bastante rara que, em geral, está associada à exposição prolongada ao sol.

Segundo os especialistas, os chifres são feitos de queratina, a mesma substância das unhas. Apesar de geralmente serem benignos, os médicos aconselham a monitorar as protuberâncias devido a um leve risco de que se torne algo maligno.