Senado torra mais de R$2,3 milhões somente pagando hora extra em um mês

Foto: EBC

Não bastassem todas as mordomias e os poupudos vencimentos que a turma do Senado tem garantidos rigorosamente todo mês, as horas extras são um atrativo a mais que engordam os salários de quem consegue uma boquinha por lá. Apenas em dezembro, o pagador de impostos bancou mais de R$2,3 milhões em horas extras aos trabalhadores da Casa. Os pagamentos são astronômicos, quatro funcionários, por exemplo, receberam mais de R$12 mil cada.

A justificativa

Os quatro mais bem indenizados trabalharam em comissões, em serviço de operação de áudio de plenários e em serviço de apoio ao plenário.

Exército de aspones

Ao todo, 700 funcionários receberam a mais pelas horas trabalhadas em gabinetes de senadores, comissões, liderança, presidência etc.

Bolso cheio

A liderança do governo Lula pagou R$8,9 mil em horas extras. A quantia foi dividida entre quatro servidores que trabalham no gabinete.

Grana alta

Na presidência do Senado, o gasto foi maior. O pagador de impostos bancou R$30,9 mil em horas extras para cinco funcionários.

Diário do Poder

Um dia especial. Por CLAUDEMIR GOMES

Por CLAUDEMIR GOMES

 O assunto dominante, nos últimos dias, nos quatro cantos do Estado, é a SAF do Santa Cruz. Nesta terça-feira – 14/01/2025 – o presidente executivo do Clube Tricolor, Bruno Rodrigues, tem encontro marcado com várias lideranças, onde fará a apresentação do grupo que se propõe a investir R$ 1 bilhão e transformar o departamento de futebol numa sociedade anônima.

As linhas de contorno desta aliança, que deverá ter uma duração de 15 anos, serão apresentadas pelos investidores. Naturalmente que, alguns detalhes serão guardados a sete chaves com o lacre de CONFIDENCIALIDADE. Aliás, esta é uma palavra bastante em voga no futebol brasileiro.

Desde a última sexta-feira, quando a notícia foi divulgada, a Nação Tricolor se encontra no maior agito. Todos, sem exceção, querem saber detalhes deste antídoto que vai livrar o “Gigante” do sono da morte.

Como diria o filósofo Sócrates: “Só sei que nada sei”. A Sociedade Anônima do Futebol está sendo vista, pelos tricolores de bom senso, como a saída do caos. Quem se posicionar contra, na Assembleia do Conselho, ou na Assembleia dos Sócios será amaldiçoado por todos os poderes do Santa Cruz.

As Repúblicas Independentes do Arruda sangram há muito tempo. Tudo que foi feito, nos últimos anos, não passou de paliativos que não corresponderam as expectativas. E o “Gigante” seguiu no seu sono se mostrando, cada vez mais, debilitado, sem forças para se soerguer.

Os sangramentos são notórios e visíveis no patrimônio físico: o deprimente estado de conservação da sede social; as obras necessárias de requalificação no Estádio José do Rego Maciel e a recuperação e conclusão do Centro de Treinamentos. Enfim, todos os equipamentos do clube estão carimbados como prioridades.

O Clube das Multidões tem o futebol como seu coração. Quando ele não pulsa, não há vida. A primeira missão da SAF não será outra senão injetar “sangue” – $$$$ – para que o coração coral volte a pulsar.

Não existe clube de massa sem a marca registrada do amor, do apreço. E falar de amor, apreço e fidelidade temos que colocar a torcida do Mais Querido como exemplar. Foi isso que levou um grupo de empresários a investir no Santa Cruz:  o seu patrimônio imaterial. Sua louca e apaixonada torcida. Se de um lado a expertise do grupo investidor é um prenuncio de sucesso, do outro lado a fidelidade da torcida tricolor é o aval que ninguém questiona.

Pela primeira vez na história centenária do Santa Cruz teremos uma gestão cujo pragmatismo irá transpor o discurso. Naturalmente que houveram gestões exitosas no clube, contudo, o viés da emoção foi um obstáculo intransponível para muitos gestores.

Há décadas o futebol se posicionou entre os maiores negócios do planeta, onde as cifras alcançam escalas estratosféricas. A SAF é o primeiro passo para o Santa Cruz entrar em sintonia com a nova ordem, se tornar contemporâneo do Século XXI. A terça-feira – 14/01/2025 – será um dia histórico para as Repúblicas Independentes do Arruda.

Pesquisa: Em cenário sem Marçal, Bolsonaro venceria Lula em 2026

Líder conservador teria quase três pontos percentuais de vantagem sobre petista

Bolsonaro aparece na frente de Lula em cenário sem Marçal Arte: Pleno.News // Fotos: Alan Santos/PR e Ricardo Stuckert

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pelo instituto Paraná Pesquisas, a respeito das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando o cenário avaliado deixa o empresário Pablo Marçal (PRTB) fora da disputa.

Sem Marçal na corrida pelo Planalto, Bolsonaro tem 37,3% da preferência, contra 34,4% de Lula. A pesquisa também incluiu outros nomes, como o do ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 11,7%, e os dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Helder Barbalho (MDB), com, respectivamente, 5,4% e 1,4%.

Já quando Marçal é inserido como um dos postulantes ao cargo de presidente, Bolsonaro e Lula ficam praticamente empatados, com o petista anotando 34% dos votos, e o líder conservador registrando 33,9%. Marçal, por sua vez, tem 6,1% e fica na quarta colocação, atrás ainda de Ciro Gomes, que tem 11,3% do eleitorado.

Para a realização do levantamento, foram ouvidas 2.018 pessoas entre os dias 7 e 10 de janeiro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

CENÁRIOS SEM BOLSONARO
A pesquisa ainda considerou outros dois cenários, mas sem o ex-presidente Jair Bolsonaro, que seria substituído em um deles pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e no outro pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Com Michelle no lugar de Jair Bolsonaro, Lula tem 34,5% da preferência, contra 20,7% da ex-primeira-dama. Já quando Tarcísio é o substituto de Bolsonaro, Lula sobe um pouco mais e registra 35,2% do eleitorado, contra 25,3% do chefe do Executivo paulista.