Elon Musk é o homem mais rico do mundo em 2025; veja top 10

Lista foi divulgada pela Revista Forbes

Elon Musk Foto: EFE/ Caroline Brehman

Elon Musk, fundador da Tesla, SpaceX, xAI, e dono da rede social X, é o homem mais rico do mundo em 2025, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes deste ano, publicado nesta terça-feira (1°). Musk tem um patrimônio de 342 bilhões de dólares (R$ 1,96 trilhão).

Ele adicionou 147 bilhões de dólares à sua fortuna no último ano, impulsionado pelo desempenho da SpaceX e de sua empresa de inteligência artificial, a xAI, aponta a Forbes.

Mesmo com protestos e a queda no mercado, as ações da Tesla ainda continuam mais altas do que no ano passado, contribuindo para o resultado. Assim, Musk recuperou o título de pessoa mais rica do mundo, superando Bernard Arnault, que ficou em 1º lugar em 2024 e agora está em 5º lugar no ranking.

Além disso, Musk tem uma vantagem de 126 bilhões de dólares sobre o segundo colocado, Mark Zuckerberg (patrimônio estimado em 216 bilhões de dólares).

NÚMERO RECORDE DE BILIONÁRIOS
A Forbes registrou um número recorde de 3.028 pessoas ao redor do mundo na lista anual de bilionários, com 247 pessoas a mais do que no ano passado. Esta é a primeira vez que a população bilionária ultrapassa a marca dos 3 mil.

Juntos, os bilionários do mundo possuem 16,1 trilhões de dólares, 2 trilhões de dólares a mais do que no ano passado.

A Forbes destaca que esse valor é superior ao PIB de qualquer país, exceto dos EUA e da China.

As fortunas também cresceram. Agora, o patrimônio médio é de 5,3 bilhões de dólares, um aumento de 200 milhões de dólares em relação a 2024.

Pela primeira vez na história, três pessoas da lista têm mais de 200 bilhões de dólares. Já o “Clube dos 100 Bilhões de dólares” conta com 15 membros que, juntos, têm 2,4 trilhões, mais do que os 1.500 bilionários mais “pobres” possuem somados, diz a Forbes.

Veja a seguir quem são os 10 mais ricos do mundo, segundo a lista de bilionários da Forbes de 2025:

1. Elon Musk
Fortuna: 342 bilhões de dólares (R$ 1,96 trilhão)
Idade: 53
País: África do Sul (naturalizado norte-americano)
Setor: Automotivo. Cofundador de sete empresas, incluindo a montadora elétrica Tesla, a produtora de foguetes SpaceX e a startup de inteligência artificial xAI.

2. Mark Zuckerberg
Fortuna: 216 bilhões de dólares (R$ 1,24 trilhão)
Idade: 40
País: EUA
Setor: Tecnologia. Criou o Facebook em 2004, aos 19 anos, para conectar estudantes universitários.

3. Jeff Bezos
Fortuna: 215 bilhões de dólares (R$ 1,23 trilhão)
Idade: 61
País: EUA
Setor: Tecnologia. Fundou a gigante do e-commerce Amazon em 1994, operando inicialmente em sua garagem em Seattle.

4. Larry Ellison
Fortuna: 192 bilhões de dólares (R$ 1,1 trilhão)
Idade: 80
País: EUA
Setor: Tecnologia. Presidente e cofundador da Oracle, uma das maiores empresas de software do mundo.

5. Bernard Arnault & família
Fortuna: 178 bilhões de dólares (R$ 1,02 trilhão)
Idade: 76
País: França
Setor: Moda & Varejo. Comanda o grupo LVMH, dono de marcas como Louis Vuitton e Sephora.

6. Warren Buffett
Fortuna: 154 bilhões de dólares (R$ 880,73 bilhões)
Idade: 94
País: EUA
Setor: Finanças & Investimentos. Conhecido como o “Oráculo de Omaha”, é um dos investidores mais bem-sucedidos de todos os tempos.

7. Larry Page
Fortuna: 144 bilhões de dólares (R$ 823,54 bilhões)
Idade: 52
País: EUA
Setor: Tecnologia. Cofundador do Google e ex-CEO da Alphabet, a holding da empresa.

8. Sergey Brin
Fortuna: 138 bilhões de dólares (R$ 789,22 bilhões)
Idade: 51
País: EUA
Setor: Tecnologia. Cofundador do Google e ex-presidente da Alphabet.

9. Amancio Ortega
Fortuna: 124 bilhões de dólares (R$ 709,16 bilhões)
Idade: 89
País: Espanha
Setor: Moda & Varejo. Fundador da Inditex, dona da Zara, uma das maiores redes de moda do mundo.

10. Steve Ballmer
Fortuna: 118 bilhões de dólares (R$ 674,84 bilhões)
Idade: 69
País: EUA
Setor: Tecnologia. Ex-CEO da Microsoft, cargo que ocupou entre 2000 e 2014.

*AE

MEC prepara nova mudança para curso de Medicina

O Ministério da Educação (MEC) pretende mudar a forma como os cursos da área da saúde – incluindo Medicina – serão avaliados in loco. Segundo o Estadão apurou, a ideia é que os avaliadores que visitam as faculdades consigam analisar com mais rigor a parte prática da formação.

Procurado, o Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), órgão do MEC, afirmou que os documentos estão passando por revisão interna.

No caso da Medicina, eles devem passar a examinar como se dá a inserção dos alunos nos três níveis de atenção à saúde. Ou seja, como é o aprendizado quando eles estão atendendo em postos de saúde (nível primário), ambulatórios e maternidades (secundário) ou hospitais (terciário), sob supervisão de professores. As informações são do Estadão.

As bases de um novo instrumento avaliativo já foram finalizadas por uma comissão de especialistas formada a pedido do Inep, e o documento deve ser colocado para consulta pública até o fim do semestre.

Faculdades de Medicina precisam obrigatoriamente ter convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS) para que seus alunos aprendam a parte prática durante o atendimento à população.

Segundo o Estadão apurou, a nova avaliação deverá ser mais rigorosa ao analisar como é feita a supervisão dos professores nesses locais, checando exigências de quantidade de docentes responsável por cada aluno nas diferentes atividade, por exemplo. Deve ainda levar em consideração em que momento o estudante começa a ter contato com hospitais ou postos de saúde e se ele passa por todas as áreas da Medicina durante a formação.

O exame também seria mais criterioso em atividades práticas que não incluem pacientes, como aulas de anatomia ou laboratórios.

Atualmente, as avaliações in loco feitas pelo Inep não têm diferenciação por área e são praticamente mesmas para todos os cursos, seja Direito, Engenharia ou Medicina, cujos currículos e estruturas são muito diferentes. Os cursos recebem notas que variam de 1 a 5.

Na área da saúde, os avaliadores precisam apenas checar genericamente se há convênio com o SUS, sem a necessidade de detalhar como ele é executado.

Essas visitas fazem parte de um sistema maior de avaliação do ensino superior no País, que inclui também a prova para os alunos, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O sistema completou 20 anos e é considerado ultrapassado por especialistas e pela própria gestão atual.

A intenção agora é que o olhar do avaliador seja diferente para cada uma das dez áreas determinadas pelo Inep: Saúde e Bem Estar; Educação; Engenharia; Agricultura; Serviços; Artes e Humanidades; Ciências Sociais; Comunicação e Informação; Negócios; Administração e Direito, Computação e Tecnologias da Informação; Ciências Naturais, Matemática e Estatística. Documentos com novos indicadores para avaliações de todas elas estão sendo elaborados por comissões e devem ser finalizados até o fim do ano.

O Inep confirmou que os instrumentos “serão publicados após a definição do novo marco regulatório da EAD”. Quase três meses após ser finalizado pelo MEC, o decreto que regula o ensino superior a distância no País ainda não foi publicado pelo governo federal – a nova regra está parada na Casa Civil.

Segundo o Estadão apurou, um dos pontos que têm emperrado é a reação do setor privado em relação à proibição de cursos de Enfermagem a distância.

10 mil visitas por ano a faculdades
O Inep realiza cerca de 10 mil visitas para avaliação in loco por ano, com especialistas contratados para o serviço. Essas visitam são exigidas tanto para a autorização de abertura de um novo curso, como para o chamado reconhecimento depois que já há alunos e ainda para que esse reconhecimento seja renovado periodicamente.

Dirigentes do Inep têm reclamado de sobrecarga nesse sistema e da dificuldade de visitar todas a faculdades e cursos, em especial para renovar o reconhecimento. O Brasil tem cerca de 40 mil cursos de graduação em 2600 instituições de ensino superior. Atualmente, 390 faculdades oferecem cursos de Medicina.

Em evento online no ano passado, o diretor de avaliação do ensino superior do Inep, Ulysses Teixeira, disse que a nova análise in loco por áreas, além de ser mais precisa, ajudaria também a dar mais agilidade ao sistema.

Hoje, essas avaliações têm três dimensões que precisam ser analisadas nas visitas: organização didático-pedagógica, corpo docente e infraestrutura. Agora, seria adicionada uma quarta, que traz os elementos específicos de cada área.

A intenção é justamente deixar a avaliação menos genérica e mais apta para analisar a qualidade dos cursos. Na área da Medicina, em especial, a abertura de uma grande quantidade de vagas no País têm sido alvo de críticas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Um dos argumentos da entidade é o de que há falhas na formação médica por causa da falta de estrutura para atividades práticas.

Os trabalhos da comissão da área da saúde, que foi constituída no início do ano passado pelo Inep, já finalizaram e foram entregues ao Inep este ano. O documento deve prever igualmente maior exigência de avaliação da formação prática em outros cursos da área, como Odontologia, Enfermagem e Nutrição.

O Inep informou que pretende ainda fazer “avaliações simuladas” para testar os novos instrumentos. E que também estão previstas capacitações dos avaliadores.

Só depois disso seria submetido ao ministro da Educação, Camilo Santana, para publicação.

Neste mês, Camilo criticou o valor cobrado por instituições privadas em cursos de Medicina. “Há faculdades de Medicina cobram R$ 15 mil, e outras cobram R$ 8 mil, outros cobram R$ 10 mil. Acho que precisamos ter algumas regras mais claras em relação a isso”.

O governo federal também remodelou em 2023 o programa Mais Médicos com a intenção de garantir que os profissionais formados em áreas remotas ou periféricas continuem trabalhando nesses locais. O projeto incentiva a abertura de novas vagas de Medicina em cidades onde há mais necessidade de médicos.

Ex-chefe da Sedepe, Amanda Aires é nomeada em novo cargo no Governo

Foto: Reprodução/Instagram

Nome técnico que atuava desde o início da gestão Raquel Lyra como secretária de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Amanda Aires deixou o cargo na semana passada, quando foi oficializada a entrada do Avante no Governo do Estado. O presidente do partido, ex-deputado Sebastião Oliveira, indicou o ex-prefeito de custódia, Manuca, como novo secretário da pasta.

Na ocasião, durante o discurso, a então governadora em exercício, Priscila Krause (PSDB), chamou Amanda para a frente e fez uma saudação ao trabalho que ela desempenhou nesse período.

“Cumprimentando você, eu cumprimento a todos que fizeram até esse momento e que fazem a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco, pelo brilhante trabalho que vocês vêm fazendo na secretaria. O nosso profundo agradecimento em meu nome e em nome da governadora Raquel Lyra”, disse Priscila, ao abraçá-la.

Exatamente uma semana depois, Amanda Aires assume um novo cargo na gestão, sendo nomeada como secretária executiva de Informações Estratégicas, da Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais. A pasta tem status de secretaria e funciona dando suporte técnico e político à governadora Raquel Lyra (PSD), além de tratar diretamente sobre assuntos ligados aos consulados internacionais.