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Bonitinha mas ordinária: Adaptação Rodriguiana

A terceira adaptação que estréia com um tema em tempo presente cujo nome completo é “Otto Lara Resende ou bonitinha”, mas ordinária”- foi originalmente montada em 1952. No contexto da época, fazia mais sentido um pai desesperado por casar a filha que não é mais virgem. A verdade é que, finalmente, em “Bonitinha, mas Ordinária”, ele pareceria pisar num terreno mais seguro, do qual em tese tem mais domínio do que no cinema. Mesmo longe de ser um grande filme, nas circunstâncias, é o mais bem resolvido da obra cinematográfica de Góes.

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