Entre jatinhos e brega funk: A saga do Mc Sultão no mundo das Odaliscas

Atenção, atenção! O grande espetáculo da política está no ar, e o protagonista é ele, ninguém mais, ninguém menos que o Mc Sultão! Sim, meus caros leitores, preparem-se para um show à parte, digno de um verdadeiro Harém real que aumenta a cada dia. Afinal, o prefeito recém-eleito (ou seria sultão recém-coroado?) não está brincando em serviço, pelo menos não no que se refere à multiplicação de odaliscas e puxa-sacos!

Nos bastidores das redes sociais, o cara é um mestre. Voos em jatinhos discretos? Ah, isso é só um detalhe para as massas acreditarem que nosso líder  é quase um Faraó moderno, digno de reverências de TikTok! A ilusão está lançada, mas o Mc Sultão está longe de ser um humilde seguidor da tábua de Moisés. Tá mais pra “veloz e furioso”, estilo furacão Milton na Califórnia, conquistando corações e voando cada vez mais alto.

E por falar em conquistas… O Mc Sultão agora resolveu se jogar na bagaceira! Já não basta ser o todo-poderoso do município, o homem se reinventou como o rei do brega funk! O apelido já corre solto: Mc Sultão, o Don Juan das quebradas, mais apaixonado que música de brega tocada em paredão de som. Dizem que ele não perde uma noitada, sempre cercado das suas fiéis seguidoras—digo, odaliscas—, que o acompanham em ritmo frenético, como se estivessem num clipe dançante de funk do harém.

Agora, com o Carnaval de 2025 batendo na porta, fica a dúvida que não quer calar: o que será da folia de nosso Mc Sultão? Estaria ele preparando o bloco mais esperado da temporada: Sultão Solto no Harém? Imagine só o desfile: turbante na cabeça, quase sem roupa, como no aconchego do seu harém, liderando um cortejo de odaliscas sambando ao som de pandeiros e teclados eletrônicos. E os cordões de puxa-sacos, é claro, garantindo que ninguém chegue muito perto da majestade.

Será que ele vai mesmo segurar a tábua de Moisés ou isso é coisa do passado? A única coisa certa é que o Mc Sultão sempre será um espetáculo à parte. Preparem as pipocas, o Carnaval, ou melhor, o novo capítulo da novela está vindo aí, e promete!

Há um jargão no mundo da farra que diz: é gréia e gaia, quem não aguentar que saia.

Coitada da tábua que se perdeu dos ensinos de Moisés no mar vermelho.

 

“O meu português ruim”. Por CLAUDEMIR GOMES

Por CLAUDEMIR GOMES

A Era da Comunicação, como é chamada a nova ordem, por si só explica uma enxurrada de besteirol que vemos nas redes sociais, rádios, televisão… A verdade é que tem muita gente se achando, sem ter condição de achar nada. Mas não adianta nadar contra a maré. O silêncio é o que existe de mais sábio a ser feito por um cidadão que tem um pouco de discernimento.

Os mestres do achismo atacam em todas as vertentes. O futebol, que segue sendo uma das maiores paixões do brasileiro, não poderia ficar de fora deste contexto em que os pitaqueiros são tratados como reis, e até fazem fortunas como influences.

Vez por outra, até os profissionais experientes “dançam na maionese”. Recentemente, numa dessas mesas redondas da ESPN, com direito a presença de um ex-jogador tetracampeão, e jornalistas com várias coberturas de Copa do Mundo no currículo, o assunto dominante em mais de 15 minutos de programa foi as escorregadas dadas pelo jovem atacante Savinho durante uma coletiva de imprensa.

O rapaz de 20 anos, que começou sua carreira nas divisões de base do Atlético Mineiro, e atualmente está vinculado ao Manchester City, caiu em desgraça quando, do alto de sua sinceridade, revelou que não havia visto os últimos jogos da Seleção Brasileira. Vale lembrar que ele reside na Inglaterra onde a diferença de fuso horário para o Brasil é de 5 horas. Sendo assim, um jogo que aqui é disputado às 22 horas, lá já são 3 horas do dia seguinte.

Confesso que, em dado momento, pensei que estivesse vendo todos os “idiotas” que assustavam o mestre Nelson Rodrigues. Fiquei sem saber se o rapaz estava sendo entrevistado para um emprego na emissora de televisão, ou concorrendo a alguma cadeira da Academia Brasileira de Letas.

Ora! O que se deve exigir de um jogador que é convocado para defender a Seleção Brasileira de Futebol é que ele apresente um bom futebol, nada mais que isso. Tal como fez o Rivaldo no Mundial de 2002, quando foi um dos maiores protagonistas da conquista do penta. O craque pernambucano era terrível na comunicação, mas superava a tudo, e a todos, com a bola nos pés.

Nunca vi nenhum professor de oratória, nenhum imortal da ABL ou nenhum grande comunicador ser convocado para jogar na Seleção Brasileira. O problema do time comandado por Dorival Júnior não é de linguística. Tudo começa pela gestão da CBF que há muito tempo permite a farra dos empresários que empurram jogadores de qualidades discutíveis nas convocações.

Não existe nada mais melindroso nesse País do que a convocação da Seleção Brasileira. Dizem que é pior até do que insultar o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Entretanto, entra técnico, sai técnico, presidentes da CBF são trocados, mas o coloio dos empresários se mantém firme. É algo imprescindível na liturgia da entidade.

Mas é mais fácil espinafrar um jogador por conta do seu português ruim.

A turma do achismo é tão amarga quanto um gol contra.

Eduardo da Fonte propõe a modernização do tratamento de câncer pelo SUS

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) apresentou um requerimento à ministra da Saúde, Nísia Trindade, pedindo informações sobre os aparelhos de cobaltoterapia em uso no Sistema Único de Saúde (SUS) e sugerindo sua substituição por aceleradores lineares, uma tecnologia mais avançada e precisa no tratamento de câncer.

A cobaltoterapia, considerada uma técnica mais antiga, oferece menos precisão em comparação ao acelerador linear, que permite uma radiação mais direcionada, minimizando danos aos tecidos saudáveis e melhorando a eficácia do tratamento. O parlamentar destacou que a troca dos aparelhos poderia gerar economia a longo prazo, além de proporcionar mais segurança e qualidade no atendimento aos pacientes.

“Nosso objetivo é garantir que os pacientes do SUS tenham acesso ao que há de melhor no tratamento oncológico”, destacou Eduardo da Fonte.

Eduardo da Fonte também solicitou o número de aparelhos de cobaltoterapia em funcionamento no Brasil, sua distribuição, o número de pacientes tratados desde 2023 e quantos ainda aguardam por atendimento.