Governo empenhou mais de R$ 1,7 bi em emendas de comissão suspensas por Dino

A Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do Palácio do Planalto informou, hoje, que R$ 1,775 bilhão dos R$ 4,2 bilhões bloqueados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) foram empenhados (reservados) até 23 de dezembro de 2024.

No dia 23 de dezembro, segunda-feira passada, o ministro do STF Flávio Dino determinou a suspensão do pagamento desses R$ 4,2 bilhões em emendas de comissão de 2024 – e mandou a Polícia Federal investigar a liberação desse valor.

Na tarde de ontem, outra decisão de Dino determinou que as emendas apresentadas pela Câmara dos Deputados, em 12 de dezembro, estão suspensas em definitivo, mas que aquilo que já havia sido empenhado poderia ser pago pelo governo federal. Com isso, 42% das emendas que tinham sido enviadas pela Câmara devem ser pagas. O restante, R$ 2,459 bilhões ficam bloqueadas.

Ainda de acordo com a SRI, os recursos foram distribuídos para os seguintes ministérios:

  • Turismo: R$ 441 milhões
  • Cidades: R$ 335,1 milhões
  • Saúde: R$ 330,2 milhões
  • Esportes: R$ 307,9 milhões
  • Integração: R$ 278,2 milhões
  • Agricultura: R$ 83,2 milhões

De acordo com o sistema do Orçamento, atualmente existem R$ 11 bilhões empenhados em emendas de comissão da Câmara dos Deputados, Senado e do Congresso Nacional.

FILME – REVENGE

FILME – REVENGE

Turista Morre e Motorista de Aplicativo é Baleado ao Entrar em Comunidade por Engano no RJ

Uma mulher morreu e um motorista de aplicativo ficou baleado no último sábado (28) em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu quando o motorista, Anderson Pinheiro, de 34 anos, entrou por engano na comunidade do Fontela. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso.

Segundo a imprensa local, a vítima fatal, Diely da Silva, de 34 anos, foi atingida pelos disparos e morreu ainda no local, na estrada Benvindo de Novaes, antes da chegada do Corpo de Bombeiros. O motorista, por sua vez, foi socorrido e levado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, onde recebeu alta no dia seguinte, domingo (29).

Anderson Pinheiro prestou depoimento na delegacia após ser liberado do hospital. A Polícia Civil segue com diligências para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer as circunstâncias do homicídio.

Veja o que diz a Uber:

“A Uber lamenta profundamente que cidadãos que desejam apenas trabalhar ou se deslocar sejam vítimas da violência que permeia nossa sociedade. Compartilhamos nossos sentimentos com a família da usuária neste momento tão difícil, e esperamos que as autoridades tragam os responsáveis à justiça o mais rapidamente possível.

Todas as viagens na plataforma são cobertas por um seguro e a Uber permanece sempre à disposição dos órgãos de segurança para colaborar com as investigações, na forma da lei.”

Também em nota, o Governo do Estado do Rio de Janeiro informou que se solidariza com as famílias das vítimas e reforçou os investimentos feitos para combater a violência.

“O Governo do Estado se solidariza com as famílias das vítimas que perderam suas vidas em episódios de violência causados pelo crime organizado, e reforça que a atual gestão tem investido na modernização das Forças de Segurança para reduzir os índices de criminalidade. Foram aplicados mais de R$ 4 bilhões em aquisição de equipamentos, treinamentos e infraestrutura para o trabalho investigativo e operacional das polícias.

Entre janeiro e novembro de 2024, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o Estado do Rio registrou redução de 12,8% na letalidade violenta, o menor número de vítimas para o acumulado desde o início da série histórica, em 1991. As forças policiais também alcançaram a marca histórica de apreensão de fuzis, que passou de 568 em 2023 para 687, representando um crescimento de 20,9%.

Além das ações realizadas pelas forças de segurança, o Governo do Estado vem dialogando com todas as instâncias de poder, reforçando a necessidade do endurecimento das leis penais e do combate à entrada de armas e drogas no estado para que o enfrentamento à criminalidade seja mais efetivo”.