No pulso esquerdo o bang-bang – Dizem que a história foi assim: Wellinton Costa, assessor do deputado Henrique Alves, presidente da Câmara, foi assaltado em Brasília. Os bandidos revistaram seu carro e levaram uma maleta com R$ 100 mil. Dinheiro que acabara de ser retirado do banco? Não, nada disso: o dinheiro tinha sido retirado há três dias e continuava guardado no carro.
Qual a origem do dinheiro? Wellinton não conta. Em resumo, o assessor de um deputado importante passou três dias carregando uma maleta com R$ 100 mil, de origem não esclarecida, até ser assaltado.
De três, uma: acostumado a Brasília, o assessor não achava que R$ 100 mil fossem muito dinheiro, que merecesse ser guardado em lugar seguro; ou não pode contar de onde vem o dinheiro, o que é curioso; ou não tinha retirado o dinheiro há três dias, e seria interessante explicar o motivo do segredo. É isso, né? (Carlos Brickmann)