No Fla-Flu ninguém torce pelo Vasco

Carlos Chagas

 Não se discute com os fatos, em especial quando respaldados por números: embolou o meio campo, com Dilma e Marina empatadas no primeiro e no segundo turnos. Semana que vem poderá ser diferente, mas hoje a eleição se resolveria no cara ou coroa. Apesar de pesquisas serem pesquisas, sujeitas a uma série de variações, às vezes até de manipulações, não se colocará o Datafolha e o Ibope sob suspeição. É preciso saber porque Marina, dias atrás em posição de supremacia, cedeu espaço para Dilma, que muitos supunham em fase de desespero.

A ex-senadora colhe o que plantou. Quando emergiu após a tragédia com Eduardo Campos, ela empolgou pelo seu passado. Criada na floresta, tendo passado fome, podendo ler e escrever apenas aos dezesseis anos, negra, ambientalista e na primeira linha da luta contra o poder econômico, esperava-se que na campanha ela desse continuidade a esses valores.

Não foi o que aconteceu. Entrou em campo uma nova Marina, conciliadora, fazendo as pazes com o agronegócio, cultivando os usineiros e os bancos privados, por certo frustrando muita gente.

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