A lenda dos cisnes vermelhos. Por  Jose Adalberto Ribeiro.

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comentarista  Por  Jose Adalberto Ribeiro  – Jornalista e escritor

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Reza uma lenda que os cisnes vermelhos do Palácio do Itamaraty são criaturas eruditas, cantantes  de muitas línguas, vestidas com luvas de seda e de pelica. Os cavalos brancos dos cisnes vermelhos só falam inglês, oh yeah!

No tempo dos pântanos tenebrosos o chanceler do Brazil,  comandante em chefe dos embaixadores, era um cara pequenininho do tamanho de um paralelepípedo, devoto das ditaduras comunistas da Venezuela, Coreia do Norte, Cuba e Bolívia (quem inventou a palavra paralelepípedo devia levar um paralelepípedo na testa).

Sem noção do ridículo, o paralelepípedo se propôs à missão de intermediar negociações entre o Irã e Estados Unidos sobre armas nucleares.

Para que servia a erudição dos cisnes vermelhos do Itamaraty? Para endossar a compra de títulos podres da Venezuela?! Para apoiar a entrega de uma refinaria de petróleo aos cocaleros da Bolívia?! Para exercitar o terceiro-mundismo fracassado?! Financiar ditaduras corruptas da África e do Caribe faz parte das missões diplomáticas?

Lembremos o óbvio, que a indicação de embaixadores é prerrogativa do presidente da República, independente de laços familiares. Se for indicado embaixador em Washington, o deputado Eduardo Bolsonaro, o Zero 03, com certeza jamais será capacho de ditadores comunistas facínoras.

Advogado, concursado da Polícia Federal e deputado campeão de votos, o cara é terrivelmente preparado para ser embaixador, em igualdade de condições com os cisnes do Itamaraty.

Invejosos, os vermelhos questionam a competência do rapaz para ocupar a Embaixada do Brazil nos Estados Unidos. São os patrulheiros ideológicos armados de pré-conceitos.

Os falsos iluminados da esquerda se arvoram no direito de decretar a competência ou incompetência alheia. Vem da lenda do “guia genial” dos povos barbudos e dos sapos barbados.

Qual o critério para definir competência: ser bom de urna e vitorioso? Ter fluência verbal? Falar inglês? Saber mentir? Ser politicamente correto? Ser doutor? Usar luvas de pelica?  Curioso, não se costuma questionar a competência do guru vermelho para ser presidente da República. Ele foi eleito pelo voto, dirão. O Capitão também. A mulher mandioca também. Tiririca também.

O chanceler Ad Hoc da dinastia vermelha, o finado Toc-Toc, adorava o ditador Hugo Chavez e dizia que o regime da Venezuela era uma democracia, sim, uma democracia efervescente.

Fritar hambúrguer no Estado do Maine (EUA) é ofício mais nobre que ser amante de tiranias comunistas.

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