Mourão decide parar com entrevistas para sair da linha de tiro de Olavo de Carvalho

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Sempre bem-humorado, Mourão é uma grata surpresa na política

Mônica Bergamo
Folha

O vice-presidente Hamilton Mourão decidiu pisar no freio nas entrevistas que vinha concedendo a grandes veículos de comunicação, do Brasil e do exterior. A ordem é ficar em silêncio por um tempo, para sair da linha de tiro de Olavo de Carvalho, guru de Jair Bolsonaro, e dos filhos do presidente.

A decisão foi tomada antes ainda de Carvalho e os filhos de Bolsonaro virarem suas baterias para o general Santos Cruz, da Secretaria de Governo.

FILA GRANDE – A pressão para que o general fale, no entanto, é grande: há 116 pedidos de entrevistas registrados na vice-presidência da República. Boa parte dos pedidos são de veículos internacionais como Wall Street Journal, The New York Times, La Nación e outros da Alemanha e da Holanda.

Desde o começo do governo, Mourão é procurado pela imprensa estrangeira, que Bolsonaro raramente atende —?em geral, o presidente fala quando viaja para fora do Brasil.

E entre 17 e 26 de maio Mourão fará uma viagem à China.

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