Midia luta desesperadamente para eleger Haddad e se livrar de Bolsonaro

Charge reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

Na democracia, é preciso saber ganhar e saber perder, porque a principal regra é a alternância do poder. Mas na cleptocracia à brasileira, tenta-se ganhar a todo custo, seja nas urnas eletrônicas de baixa confiabilidade, seja no tapetão do Tribunal Superior Eleitoral. Agora, antes mesmo de se realizar o segundo turno, o PT e o PDT já se apressaram em recorrer ao TSE para pedir a cassação da chapa do PSL.

Não há nenhuma prova material, consistente. Sabe-se, com certeza absoluta, que Jair Bolsonaro ou qualquer outro candidato não tem a menor condição de exercer controle sobre as redes sociais de seus admiradores. Mesmo assim, a direção do PDT encaminhou ao TSE, na sexta-feira, um pedido para anular as eleições. Além de não apresentar nenhuma prova material, nada nada, o partido pediu que a Justiça encontre as provas a respeito, vejam que maluquice – as provas para sustentar o processo eleitoral ficarão para depois.

FAKE ESCÂNDALO – O mais incrível é que toda a imprensa entrou na onda do “fake escândalo” criado pela Folha de S.Paulo, possibilitando a ruidosa repercussão de uma denúncia que não tem a menor confirmação e a mídia irresponsavelmente age como se o PT e os demais partidos também não tivessem usado as mesmas armas do PSL.

A imprensa está toda do lado do petista Fernando Haddad, que representa o criador do maior esquema de corrupção político-administrativa da História Universal. E isso acontece  porque todos sabem que vão perder faturamento com Jair Bolsonaro na Presidência w  estão produzindo “fakes escândalos”, uns atrás dos outros. O Estadão é o único que ainda tenta disfarçar, com seguidos editoriais atacando Lula da Silva e o PT. Mas o noticiário do jornal e as matérias distribuídas pela Agência Estado e pelo Estadão Conteúdo batem o tempo todo em Bolsonaro e poupam Haddad, que é sinônimo de faturamento garantido.

BRASIL DITADURA – A campanha difamatória contra Bolsonaro é implacável. No Jornal Nacional da TV Globo, há alguns dias foi divulgada com estardalhaço uma pesquisa indagando se o povo acha possível o Brasil voltar a ter outra ditadura. Diz o Datafolha que  50% dos entrevistados acharam ser possível. Só que, estrategicamente, não foi perguntado se a ditadura seria de direita ou esquerda, para associar diretamente a possibilidade de golpe apenas a um possível governo Bolsonaro…

A imprensa joga duro quando se trata de preservar seu faturamento com recursos púbicos. A crise é devastadora e já levou a Editora Abril à recuperação judicial, que é um codinome da antiga concordata. Outras grandes empresas estão balançando. E nesse clima la nave va, sempre fellinianamente.

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