INTERVENTOR DE GRAVATÁ DESCUMPRE RECOMENDAÇÃO DO MPPE E SERÁ ALVO DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA

Apesar de estar no cargo de Interventor, tão somente porque o Ministério Público Estadual ajuizou ação pedindo o afastamento do prefeito eleito de Gravatá, por atos de improbidade administrativa, o Coronel Cavalcanti, indicado para o posto pelo governador Paulo Câmara, demonstra impressionante desrespeito com a Procuradoria Geral de Justiça.
Notificado a cumprir Recomendação contrária ao fechamento de escolas na zona Rural do Município e que determina a realização de uma série de audiências públicas com a sociedade civil para discutir as medidas a serem adotadas para as escolas, bem como a realização de estudos de impacto, a serem elaborados por profissionais habilitados, o Coronel Interventor simplesmente ignorou a Recomendação do Parquet e seguiu com as medidas rechaçadas pela comunidade escolar e ainda determinou que seus assessores instaurassem inquérito administrativo disciplinar para perseguir a professora que o denunciou ao Ministério Público.
Fontes ouvidas pelo Blog informam que diante do descaso demonstrado pelo interventor e pela secretária de Educação de Gravatá com a autoridade do Ministério Público Estadual, este ingressará com ação civil pública de improbidade administrativa para que os princípios da administração pública finalmente comecem a vigorar em Gravatá.
Vejam as providências determinadas pelo Ministério Público aos interventores nomeados por Câmara e que estão sendo solenemente ignoradas:

Veja o inteiro teor da Recomendação:

Veja a Portaria mandando instaurar inquérito para perseguir a professora que denunciou os desmandos do interventor de Paulo Câmara ao Ministério Público. O conteúdo da Portaria deixa claro que tanto o Coronel que Paulo Câmara colocou no comando de Gravatá, quanto seus assessores pensam que a Intervenção lhes dá poderes de instituir regime de exceção à democracia que vigora no restante do País:

fonte:blognoeliabrito

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