Assassinato de promotor que acusou La Kirchner provoca comoção política e social na Argentina

O assassinato remete imediatamente a tensões que ocorreram durante o julgamento do Mensalão, com ameaças de morte ao ministro Joaquim Barbosa, como acontecem agora no julgamento do Petrolão, diante de ameças diárias contra o juiz Sérgio Moro.

. Os Kirchner e o peronismo estão para a Argentina assim como Lula/Dilma e os petistas estão para o Brasil, porque são líderes e membros de organizações políticas criminosas que não medem os meios que usam para alcançar seus fins.

. A misteriosa morte do promotor Alberto Nisman, que, nesta segunda-feira, denunciaria um complô do governo argentino para encobrir as investigações de um atentado a um centro judaico (Amia) que matou 85 pessoas em 1994, criou um clima de comoção no país; as hashtags #MuerteDeNisman e #CFKAsesina (que acusa a presidente Cristina Kirchner de ordenar a morte) estão nos trending topics globais do Twitter; pelo Facebook já se convoca o movimento “YoSoyNisman” e os presidenciáveis argentinos, que disputam a eleição este ano, convocam entrevistas; colunistas falam em crime político; “É uma catástrofe. A bomba da Amia explodiu novamente”, disse nesta manhã Julio Schlosser, presidente da principal organização da comunidade judaica na Argentina e a maior da América Latina

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